Produções
2015 - 2006
MACBETH
de William Shakespeare

TEC Teatro Experimental de Cascais 145ª produção | 2015
MACBETH de William Shakespeare
versão Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia | figurinos Fernando Alvarez
música original | espaço sonoro Rui Rebelo
desenho de combate David Chan
corpo Natasha Tchitcherova
voz Ana Ester Neves
direcção de montagem Manuel Amorim
mestra de guarda-roupa Rosário Balbi
operação e desenho de som surround Hugo Neves Reis
assistência de ensaios | operação de luz Jorge Saraiva
montagem | contra-regra Rui Casares
fotografia Ricardo Rodrigues
comunicação Anabela Gonçalves
secretariado Inácia Marques
costureiras Helena Fonseca | Lurdes Silva | Manuela Fernandes | Maria do Sameiro | Palmira Abranches | Teresa Balbi
assistência ao espectáculo Carolina Passos Sousa | Filipa Correia
interpretação André Marques, Bruno Ambrósio, Bruno Bernardo, Cláudia Semedo, Filipe Abreu, Flávia Gusmão, Gonçalo Carvalho, João Jesus, José Condessa, Lídia Muñoz, Luís Lobão, Luiz Rizo, Marco d’Almeida, Miguel Amorim, Paula Lobo Antunes, Pedro Caeiro, Pedro Russo, Raquel Oliveira, Rodrigo Tomás, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real
agradecimentos Bispos | Teatro da Garagem | TNDMII | Denise Prata-DeNinja | Joana Cornelsen | Pedro Varela
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
distribuição
1ª bruxa Lídia Muñoz
2ª bruxa Cláudia Semedo
3ª bruxa Raquel Oliveira
Duncan Sérgio Silva
Malcolm José Condessa
Capitão André Marques
Donaldbain Rodrigo Tomás
Lennox Bruno Bernardo
Ross Luiz Rizo
Angus Gonçalo Carvalho
Macbeth Marco d’Almeida
Banquo Pedro Caeiro
Lady Macbeth Flávia Gusmão
Criado Bruno Ambrósio
Fleance Pedro Russo
Porteiro Luís Lobão
Macduff João Jesus
1º assassino Bruno Ambrósio
2º assassino André Marques
3º assassino Filipe Abreu
Hécate Rodrigo Tomás
1ª Aparição Pedro Russo
2ª Aparição Teresa Côrte-Real
3ª Aparição Miguel Amorim
Lady Macduff Paula Lobo Antunes
Filho Miguel Amorim
Médico Gonçalo Carvalho
Dama Teresa Côrte-Real
Seyton Filipe Abreu
Siward Sérgio Silva
Filho de Siward Luís Lobão
O AMANHÃ
1606 foi um ano marcante para o teatro, o ano em que Shakespeare, na altura com 42 anos, escreveu duas tragédias que ainda hoje disputam entre si o título de obra maior da dramaturgia mundial, Rei Lear e Macbeth.
A “peça escocesa”, como é genericamente apelidada no mundo teatral, tem dentro de si uma mitologia da superstição que ao longo dos séculos povoou – e continua a povoar – a representação do espectáculo, fruto dos muitos acidentes sofridos por actores e actrizes, por vezes fatais, e de teatros consumidos pelo fogo, que por cá tiveram a sua expressão máxima no incêndio que em 1964 reduziu a cinzas o Teatro Nacional D. Maria II poucos dias depois da estreia do espectáculo encenado por Amélia Rey-Colaço.Maldições à parte, sabemos que Shakespeare escreveu Macbeth a pensar em Jaime I de Inglaterra, ou James Stuart, o sexto desse nome a governar a Escócia, e que desde 1603 tinha substituído a Rainha Isabel no trono. Jaime apreciava consideravelmente a companhia teatral de Shakespeare e passado pouco mais de um mês de estar no poder, emitiu um decreto em que os até então Lord Chamberlain’s Men, passavam a ser os King’s Men, uma espécie de companhia oficial do monarca que daí em diante obteve o seu favor e patrocínio. O fascínio de Jaime pela feitiçaria e principalmente a crença de que era descendente de Banquo, um nobre do século XI quando a Escócia havia sido governada por Macbeth, terão certamente levado Shakespeare não só a escolher o tema da peça mas também, na cena das aparições, a evocar os antepassados de Jaime e a antever uma dinastia fundada por ele até ao infinito.
Se esse é o ponto de partida, o certo é que Macbeth é muito mais do que um elogio ou uma tentativa de agradar Jaime I. O texto é sobretudo um estudo sobre o mal e a ambição, mas também uma reflexão sobre a vida e o tempo – palavra repetida 48 vezes ao longo de uma das mais curtas peças de Shakespeare, mas certamente a mais negra, quase sem alívios cómicos e com uma constante presença do sobrenatural.
são textos que partilham uma profunda ausência de redenção, da tragédia individual dos protagonistas resulta nada: a morte de Cordélia e a coroação de Malcolm em Scone, com a sombra de Fleance no seu encalço, significam o mesmo – o Universo é indiferente.
Miguel Graça
PEER GYNT
de Henrik Ibsen

TEC Teatro Experimental de Cascais 144ª produção | 2015
PEER GYNT de Henrik Ibsen
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
coreografia Natasha Tchitcherova
movimento Helena Vascon | Nicolau Antunes
voz | canto Ana Ester Neves
apoio histórico Ana Coelho
produção e comunicação Anabela Gonçalves
fotografias de cena Ricardo Rodrigues
direcção de montagem Manuel Amorim
montagem Rui Casares | Rui Comporta
assistência de ensaios e operação de luz Jorge Saraiva
sonoplastia e operação de som Hugo Neves Reis
mestre de guarda-roupa Rosário Balbi
costureiras Maria José Baptista | Palmira Abranches | Teresa Balbi
assistência ao espectáculo Bruno Ambrósio | Bruno Bernardo | Filipe Abreu | Rui Casares
secretariado Inácia Marques
co-produção Escola Profissional de Teatro de Cascais
agradecimentos Bispos | Instituto de Línguas Modernas | Instituto de Socorros a Náufragos | Vidralex | Welsprachen-Institut | Alfredo Marujo | Erik Elvevol | Henrique Ranito | Lúcio Dias | Mário Assis Ferreira
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
interpretação António Marques | Bruno Bernardo | Fernanda Neves | Filipe Abreu | João Cachola | Luiz Rizo | Maria Vieira | Teresa Côrte-Real | Sérgio Silva
e os alunos finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais: Adriana Melo | Ana Patrícia Silva | André Farrica | André Leitão | Angelina Fedoryshena | Beatriz Teixeira | Bruno Ambrósio | Bruno Rodrigues | Carolina Figueiredo | Carolina Frias | Carolina Justino | Carolina de Passos Sousa | Catarina Lopes | Catarina Pinto | Catarina Mendon | Constança Rosa | Débora Braga | Diana Silveira | Diana Sousa Lara | Fernando Ribeiro | Filipa Correia | Gonçalo Melo | Guilherme Moura | Hugo Bonneville | Iris Lobato | Joana Aires | Joana Duran | João Henriques | João Pires | José Condessa | Madalena Almeida | Mafalda Frazão | Márcia Domingos | Mário de Carvalho | Marta Peneda | Matilde Barata | Miguel Moreira | Miguel Viana | Patrícia de Deus | Pedro Lino | Raquel Nalha | Sofia Barrinha | Tiago Lima | Tiago Pereira Couto | Válter Teixeira
E ainda os alunos do 2º ano da Escola Profissional de Teatro de Cascais: Adriana Stoffel, Ângela Sousa, António Godinho, Beatriz Pezerat, Beatriz Gonçalves, Catarina Couto Sousa, Catarina Vicente, David Ricardo, Djucu Dábo, Frederico Botta, Guilherme Pelote, Hugo Carvalho, Hugo Teixeira, Inês Cóias, Joana Albuquerque, Joana Pialgata, Liliana Mendes, Margarida Bastos, Marta Neto, Miguel Amorim, Pedro Russo e Rafaela Rosa.
distribuição
Aase Maria Vieira
Peer Gynt André Leitão, José Condessa
Mulher 1 Angelina Fedoryshna, Mafalda Frazão, Marta Peneda, Patricia de Deus
Mulher 2 Adriana Melo, Catarina Lopes, Carolina Figueiredo, Carolina Justino
Aslak Bruno Ambrósio, João Henriques
Convidada do Casamento Beatriz Teixeira, Iris Lobato
Convidado do Casamento Pedro Lino, Tiago Lima
Mordomo Hugo Bonneville, Miguel Moreira
Violinista Hugo Carvalho
Solveig Constança Rosa, Diana Sousa Lara, Filipa Correia, Madalena Almeida
Helga Débora Braga, Diana Silveira, Joana Aires, Matilde Barata
Mãe Solveig Teresa Côrte-Real
Pai de Solveig Sérgio Silva
O Lavrador de Haegstad António Marques
Ingrid Adriana Melo, Catarina Lopes, Carolina Figueiredo, Carolina Justino
Mads Moen Bruno Rodrigues, Guilherme Moura
Mãe de Mads Moen Fernanda Neves
Pai de Mads Moen Luiz Rizo
Homem 1 Filipe Abreu, Tiago Lima
Homem 2 Bruno Bernardo
Homem 3 João Cachola
Rapaz André Farrica
Rapaz 2 João Pires
Rapaz 3 Bruno Rodrigues João Henriques
Rapaz 4 Valter Teixeira
Outro Rapaz Bruno Ambrósio
Rapariga Catarina Pinto, Matilde Barata
Rapariga 1 Diana Sousa Lara, Mafalda Frazão
Rapariga 2 Madalena Almeida, Joana Aires, Sofia Barrinha
Rapariga 3 Carolina de Passos Sousa
Rapariga 4 Ana Patrícia Silva, Iris Lobato
Rapariga 5 Débora Braga, Diana Silveira
Rapariga 6 Catarina Mendon
Pastora 1 Adriana Melo, Constança Rosa
Pastora 2 Joana Duran, Márcia Domingos
Pastora 3 Carolina Frias, Carolina Justino
Mulher de Verde Angelina Fedoryshna, Mafalda Frazão, Marta Peneda, Patricia de Deus
O Rei Dovre António Marques
Ancião Troll Luiz Rizo
Cortesão Troll Sérgio Silva
Bruxa Troll 1 Joana Aires, Matilde Barata, Sofia Barrinha
Bruxa Troll 2 Diana Silveira, Raquel Nalha
Voz no Escuro João Vasco
Aves Beatriz Teixeira, Carolina Figueiredo, Catarina Lopes, Carolina de Passos Sousa, Débora Braga, Diana Silveira, Filipa Correia, Joana Aires, Joana Duran, João Cachola, Matilde Barata
Fios de Palha Quebrados Carolina Frias, Guilherme Moura, Joana Duran
Gotas de Orvalho Diana Silveira
Folhas Secas Angelina Fedoryshna
Novelos de Pensamento Carolina Figueiredo, Marta Peneda, Raquel Nalha
Lamentos no Ar Adriana Melo, Ana Patrícia Silva, Carolina Justino, Matilde Barata
Criança Feia Constança Rosa, Diana Sousa Lara, Filipa Correia, Madalena Almeida
Kari Beatriz Teixeira, Catarina Pinto, Raquel Nalha, Sofia Barrinha
Master Cotton Bruno Bernardo
Monsieur Ballon Pedro Lino, João Henriques
Herr von Eberkopft Fernando Ribeiro, João Cachola
Trumpeterstraale André Farrica, Guilherme Moura, João Pires
Um ladrão Gonçalo Melo, Miguel Viana
Um receptador Filipe Abreu
Anitra Ana Patrícia Silva, Carolina de Passos Sousa, Iris Lobato, Márcia Domingos
Dançarinas Adriana Melo, Angelina Fedoryshna, Catarina Mendon, Catarina Pinto, Carolina Figueiredo, Carolina Frias, Catarina Lopes, Diana Sousa Lara, Filipa Correia, Joana Aires, Madalena Almeida, Márcia Domingos, Marta Peneda, Patricia de Deus, Sofia Barrinha
A estátua de Memnon André Farrica, Pedro Lino
Professor Bregriffenfeldt Bruno Ambrósio, João Pires
Huhu Gonçalo Melo, Hugo Bonneville
Hussein Miguel Viana, Tiago Lima
Um Fellah Bruno Rodrigues, Miguel Moreira
Loucos Adriana Melo, Ana Patrícia Silva, Beatriz Teixeira, Catarina Lopes, Catarina Pinto, Carolina de Passos Sousa, Carolina Justino, Débora Braga, Diana Silveira, Diana Sousa Lara, Filipa Correia, Joana Aires, Iris Lobato, Madalena Almeida, Marta Peneda, Matilde Barata, Patricia de Deus, Raquel Nalha
Guarda 1 Valter Teixeira
Guarda 2 Hugo Bonneville, Miguel Moreira
Capitão Norueguês Sérgio Silva
Vigia Pedro Lino
Contramestre Bruno Bernardo
Timoneiro João Cachola
Marinheiro Miguel Moreira
Cozinheiro Fernando Ribeiro, Valter Teixeira
Estranho Passageiro Fernanda Neves, Teresa Côrte-Real
Padre Filipe Abreu, Valter Teixeira
Um Velho Sérgio Silva
Rapaz 1 Fernando Ribeiro
Rapaz 2 Gonçalo Melo, Miguel Viana
Um Alto Funcionário João Cachola, Tiago Lima
Moldador de Botões Luiz Rizo
Figura Magra Carolina Frias, Guilherme Moura, Joana Duran, Tiago Lima
Outros Convidados do Casamento, Dançarinas, Loucos, Trolls e Cortejo Fúnebre Adriana Stoffel, Ângela Sousa, António Godinho, Beatriz Pezerat, Beatriz Gonçalves, Catarina Couto Sousa, Catarina Vicente, David Ricardo, Djucu Dábo, Frederico Botta, Guilherme Pelote, Hugo Carvalho, Hugo Teixeira, Inês Cóias, Joana Albuquerque, Joana Pialgata, Liliana Mendes, Margarida Bastos, Marta Neto, Miguel Amorim, Pedro Russo e Rafaela Rosa
O que é viver?
Peer Gynt (1867), poema dramático escrito pelo norueguês Henrik Ibsen, é uma viagem intensa pela vida de um jovem rapaz que sonha vir a ser imperador do mundo e que na velhice vive a realidade de nunca ter sido mais do que um simples sonhador. Pelo caminho, vai misturando realidade e fantasia, apropriando-se de lendas, amplificando aventuras, achando, tal como todos nós, que a sua vida é única e que nada à sua volta tem a singularidade da sua existência. Hino ao egoísmo? Elogio da vaidade, da ganância e do desprezo pelo Outro? Na verdade este anti-herói não está sozinho nessa viagem, porque são duas as jornadas, a de Peer Gynt é uma viagem física que começa e acaba na Escandinávia, mas que pelos sessenta anos que decorrem pelo meio passa pela América, pelo Norte de África e pelo Médio Oriente, sempre para mais longe, e assim Gynt vai caminhando e fugindo de si próprio, tenta encontrar-se sem perceber que, como lhe diz o Boyg, apenas está a «dar a volta» em vez de ir em frente. Anseia pelo mundo inteiro de uma vez, sem se aperceber que as pequenas coisas podem ser maiores do que as pirâmides e que o enigma da Esfinge tem a mais simples das respostas.
A redenção no final, não existe graças a ele, mas sim a Solveig, que fez uma viagem curta, apenas da cidade até às montanhas, para a solidão da Natureza, longe de tudo o que a prende. Mas se é pequena a distância que ela percorre, é grande o conhecimento que adquire, e assim apenas se juntarmos as duas viagens, a de Gynt pelo mundo e a de Solveig dentro de si própria é que encontramos o verdadeiro Homem, seja ele de que época e país for, alguém que se questiona sobre o sentido da vida, que questiona o porquê da perda da juventude e da inevitabilidade da Morte. Quem somos nós?, poderia perguntar a raça humana ao Universo. No final, Peer Gynt percebe qual a resposta correcta: somos aqueles que se alimentam do Sonho, da Liberdade, da Vida e do Amor.
Miguel Graça
Peer Gynt é uma viagem extraordinária que fizemos primeiro ao longo de 50 anos e agora nestas últimas oito semanas. Não posso deixar de agradecer a todos aqueles que comigo estiveram e vão estar neste espectáculo. Para o Bruno Cruz, encontramo-nos no próximo porto.
Algumas palavras especiais para aqueles sem os quais nada disto teria acontecido: como sempre, o João Vasco, o nosso timoneiro, e de uma forma muito sentida e muito especial, a nossa homenagem a alguém sem a qual nada disto teria acontecido, muito obrigado por tudo, Maria Barroso.
Carlos Avilez
TORGA
a partir de textos de Miguel Torga

TEC Teatro Experimental de Cascais 143ª produção | 2015
TORGA a partir de textos de Miguel Torga
dramaturgia Carlos Carranca | Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia | figurinos Fernando Alvarez
saxofone Eduardo Abreu
direcção de montagem Manuel Amorim
assistência de ensaios | operação de luz Jorge Saraiva
operação de som e vídeo Hugo Reis
comunicação Anabela Gonçalves
fotografia do cartaz Varela Pècurto
fotografias de cena | desenho gráfico Ricardo Rodrigues
mestra de guarda-roupa Rosário Balbi
execução de guarda-roupa Maria José Baptista | Palmira Abranches
secretariado Inácia Marques
assistência ao espectáculo José Miguel Henriques | Pedro Russo
elenco
António Marques Prisioneiro | Homem | Velho
Bruno Bernardo Poeta (Acto I)
Cláudia Semedo Mulher | Prostituta
Fernanda Neves Mulher
Filipe Abreu Paulo
João Cachola Poeta (Acto II)
Luiz Rizo Poeta (Acto IV)
Raquel Oliveira Ana
Rodrigo Tomás Guarda | Homem
Sérgio Silva Poeta (Acto III)
Teresa Côrte-Real Mulher | Taberneira
Neste mês de Abril de 2015, vinte anos após a morte do Orfeu Rebelde, poeta que assentou os seus princípios na “tríade bendita” que jurou defender e que, obstinadamente, cumpriu – «o amor, a verdade e a liberdade», o TEC, uma vez mais, pela mão engenhosa de Carlos Avilez, sela a montada e cavalga pelas veredas da alma de um dos mais significativos poetas ibéricos, referência maior da cultura transmontana-portuguesa.
Sempre chegado às realidades políticas e sociais que viveu, Torga enfrentou-as corajosamente, até na prisão e, a sua obra, meticulosamente visada pela censura política, sofreu inúmeras apreensões. O poema dramático Sinfonia, por exemplo, publicado em 1947, foi enviado pela PIDE à DGC em 1951 e, cinco anos mais tarde, apreendida: “Coimbra, 10 de Abril de 1956 – Apreensão da Sinfonia. Mas já só me indignei por fora. Por dentro, fiquei na mesma: na desolada e irónica convicção de que eu próprio vivo apreendido há trinta anos” (Diário VIII)
Partindo da estrutura dramática de Sinfonia, Carlos Avilez saltou para o universo torguiano e com ele percorreu os locais sagrados da memória, usando poemas, textos da prosa diarística, excertos das peças Mar, Terra Firme e Paraíso, homenageando o poeta e, simultaneamente, marcando os cinquenta anos de vida do Teatro Experimental de Cascais, saudados por todos nós, os amantes da Beleza (em geral) e do Teatro (em particular).
Neste original tributo a Torga, é levado à cena o monólogo de Domingos, o jovem pescador de Mar (1941) seduzido por uma sereia que lhe teria aparecido em mar alto. Duarte Ivo Cruz marcou-a como uma das «mais belas falas do teatro português”. Já em 1966 o TEC, numa apresentação muito cuidada, com cenário de Almada Negreiros, havia levado à cena Mar, então sublinhado no programa como “a mais poderosa e bela das peças teatrais de Torga”.
Mais tarde, em 2000, estreia Terra Firme em S. Martinho da Anta (Trás-os-Montes), terra natal do escritor. Obra que traduz, segundo Maria Helena Padrão, “o espaço em tempo, o passado em presente, esculpindo como personagens a Vida e como palco a Terra inteira” e onde ” o senhor homem, criatura débil ante todas as criaturas que, não aceitando os limites da sua condição, recusando a seiva da terra, se deixa seduzir pelo abismo da sua própria corrupção”.
Em 2012, surge O Paraíso (escrito também nos anos 40), com as preocupações que comandaram a existência do poeta: o problema de Deus; a liberdade; o homem civilizado como símbolo da degradação existencial, vivendo a farsa do bicho homem a afirmar a sua liberdade, ganhando a vida a perdê-la.
Chegamos agora ao fim do percurso torguiano realizado pelo Teatro Experimental de Cascais e onde, por certo, os versos do poeta servem de deixa para o futuro:
“Constrói o mundo!
A sinfonia tem de ser inteira!
Junta o teu canto à melodia!
Não deixes que uma nuvem de poeira
Tolde a luz que te guia!”
(em NIHIL SIBI, 3ª ed. 1975)
Carlos Carranca
Carlos Avilez
agradecimentos Clara Rocha | Francisca Costa Macedo | Paulo Magalhães | Varela Pècurto
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
ATIREM-SE AO AR
de António Torrado

TEC Teatro Experimental de Cascais 142ª produção | 2014 - 2015
ATIREM-SE AO AR de António Torrado
versão cénica Miguel Graça
encenação | desenho de luz Pedro Caeiro
cenografia | figurinos Fernando Alvarez
cartaz | música | som Gonçalo Alegria
fotografias Ricardo Rodrigues
direcção de montagem Manuel Amorim
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de produção Gonçalo Romão
assistência de ensaios | operação de luz Jorge Saraiva
mestra de guarda-roupa Rosário Balbi
secretariado Inácia Marques
assistência ao espectáculo David Balbi | José Miguel Henriques | Pedro Russo
interpretação Bruno Ambrósio, Bruno Bernardo, David Esteves, Filipe Abreu, Gonçalo Alegria,
João Cachola, José Condessa, Marta Correia, Raquel Oliveira, Sérgio Silva
agradecimentos Elsa Barão, Fátima Meireles, Hugo Neves Reis, Gonçalo Melo, Isabel Villares, Nuno Silva Parrudo, Rita Carrêlo, Vanessa
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
distribuição
Aluno Bruno Ambrósio
Patacho Bruno Bernardo
Professor David Esteves
Sacadura Cabral Filipe Abreu
Locutor de Rádio Gonçalo Alegria
Doutor Hélio João Cachola
Aluno José Condessa
Aluna Marta Correia
Beatriz Costa Raquel Oliveira
Gago Coutinho Sérgio Silva
«Mas, meu Comandante, isto é uma peça infantil!»
Foi também uma realidade nova aquela que Gago Coutinho e Sacadura Cabral trouxeram ao mundo em 1922. É difícil para nós hoje, tão habituados ao progresso científico, capazes de ter a informação do mundo na palma da mão (e com GPS, para não nos perdermos) imaginarmos o que seria atravessar o Atlântico Sul num pequeno hidroavião, confiando mais nas capacidades de piloto e navegador do que propriamente na fiabilidade do aparelho, sem ver terra nem a luz do dia quando caía a noite, num total de quase setenta horas de voo entre Lisboa e Rio de Janeiro. O feito destes dois aeronautas invoca os Descobrimentos marítimos do passado e a exploração espacial do futuro. Quando a crise financeira e económica e os conflitos religiosos e políticos preenchem o nosso quotidiano, é bom recordarmos que existiram homens destes, não só exemplos de coragem, mas sobretudo um paradigma daquilo que o Homem, quando foi Homem, sempre quis ser, alguém capaz de controlar o próprio destino, inimigo do desconhecido, capaz de ir sempre mais longe.
Uma brincadeira de crianças efectuada por adultos, talvez seja isso o teatro. O brincar ao “faz-de-conta”, a mimesis inconsciente que move os jogos teatrais das crianças, é neste espectáculo explorado numa mise-en-abyme que, não sendo novidade, continua a ser uma afirmação de que a arte, quando é arte, deve questionar-se quanto ao seu sentido e valor e não apenas expor um produto acabado, uma tese. E foi assim que a peça original de Torrado se deslocou de uma esfera infanto-juvenil para um espaço de reflexão sobre o que é o Teatro e, por consequência, a representação: uma peça dentro de uma peça dentro de outra, ou um actor que representa uma personagem que representa outra e ainda outra. Brinca-se ao teatro, joga-se ao “faz-de-conta”, mas atrás dessa leveza esconde-se uma espécie de amargura onde a identidade do eu não só é posta em causa, como é suplantada pelo outro, mais forte pela sua condição, e que apesar da ausência marca presença de início ao fim. De certa forma, invoca-se uma inversão de Godot (ainda o fantasma da dramaturgia contemporânea), se Vladimir e Estragon não conseguem sair de onde estão, as personagens deste Atirem-se ao Ar não têm para onde ir, e por isso inventam uma nova realidade.
Miguel Graça
AUTO DA ÍNDIA
de Gil Vicente

TEC Teatro Experimental de Cascais 141ª produção | 2014
AUTO DA INDIA de Gil Vicente
encenação Carlos Avilez
cenografia | figurinos Fernando Alvarez
música original | desenho de som Hugo Neves Reis e Pedro F. Sousa
dramaturgia Miguel Graça
coreografia Natasha Tchitcherova
desenho de esgrima Eugénio Roque
fotografias Ricardo Rodrigues
interpretação David Esteves | Filipe Abreu | Gonçalo Romão | Raquel Oliveira | Vanessa
distribuição
Ama Vanessa
Moça Raquel Oliveira
Castelhano Filipe Abreu
Lemos David Esteves
Marido Gonçalo Romão
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
AUTO DA BARCA DO INFERNO
de Gil Vicente

TEC Teatro Experimental de Cascais 141ª produção | 2014
AUTO DA BARCA DO INFERNO de Gil Vicente
encenação Carlos Avilez
cenografia | figurinos Fernando Alvarez
música original | desenho de som Hugo Neves Reis e Pedro F. Sousa
dramaturgia Miguel Graça
coreografia Natasha Tchitcherova
desenho de esgrima Eugénio Roque
fotografias Ricardo Rodrigues
interpretação António Marques | Bruno Ambrósio | Bruno Bernardo | David Esteves | Fernanda Neves | Filipe Abreu | Gonçalo Romão | João Cachola | José Condessa | Luiz Rizo | Marta Correia
| Raquel Oliveira | Sérgio Silva | Teresa Côrte-Real | Vanessa
distribuição
Diabo Vanessa
Ajudantes do Diabo Bruno Ambrósio, José Condessa
Anjo Fernanda Neves
Ajudante do Anjo Marta Correia
Fidalgo António Marques
Onzeneiro Raquel Oliveira
Parvo Bruno Bernardo
Sapateiro Luiz Rizo
Padre David Esteves
Florência Marta Correia
Brízida Vaz Teresa Côrte-Real
Judeu Gonçalo Romão
Procurador Filipe Abreu
Corregedor Sérgio Silva
Enforcado João Cachola
Cavaleiros (gigantones) Bruno Ambrósio, David Balbi, José Condessa, Marta Correia
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
DIVINAS PALAVRAS
de Ramón del Valle-Inclán

TEC Teatro Experimental de Cascais 140ª produção | 2014
DIVINAS PALAVRAS de Ramón del Valle-Inclán
versão e dramaturgia Miguel Graça
a partir da tradução de Jorge Silva Melo
encenação Carlos Avilez
cenografia | figurinos Fernando Alvarez
coreografia Natasha Tchitcherova
movimento Nicolau Antunes
apoio musical Hugo Neves Reis
voz Ana Ester Neves
contexto histórico Ana Coelho
produção e comunicação Elsa Barão
direcção de montagem Manuel Amorim
contra-regra e montagem Rui Casares
operação técnica Jorge Saraiva
fotografias Alfredo Matos
secretariado Inácia Marques
co-produção Escola Profissional de Teatro de Cascais
interpretação António Marques | David Esteves | Fernanda Neves | Gonçalo Romão | Luiz Rizo | Raquel Oliveira | Sérgio Silva | Teresa Côrte-Real
e finalistas do curso de interpretação da EPTC – Escola Profissional de Teatro de Cascais
Afonso Molinar, Afonso Lopes, Alexandra Onica, Ana de Melo, André Marques, André Simões, Andreia Castanho, António Saraiva, Beatriz Maia, Cátia Campos, David Balbi, Duarte Lopes, Duarte Melo, Hugo Leitão, Inês Santos Cruz, João Dias, João Lima, João Lobo, João Soares dos Reis, Madalena Barreto, Marcos Santos, Margarida Freitas, Marta Correia, Martyn Gama, Miguel Candeias, Natacha Moreira, Nuna Livhaber, Rafael Mendes, Raquel Espírito Santo, Rodrigo Aleixo, Rodrigo Cachucho, Rodrigo Tico, Rodrigo Tomás, Rute Cruz, Sandra Sousa, Sara Pereira, Sara Sistelo, Sofia Burnay, Vasco Batista
sinopse
Uma tragicomédia escrita pelo galego Ramón del Valle-Inclán.
A acção gira em torno da família de Pedro Gailo, um velho sacristão, pai de Simoniña, casado com a jovem Mari-Gaila. A irmã de Pedro Gailo morre deixando Laureano, um idiota que a família expõe em feiras para ganhar dinheiro… mil e um acontecimentos dramáticos vão suceder-se, no seguimento desta disputa pela tutela do “rentável” idiota, bem como pela relação de adultério de Mari-Gaila com um vagabundo.
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
ICTUS
de Miguel Graça

TEC Teatro Experimental de Cascais 139ª produção | 2014
ICTUS de Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
vídeo Hugo Neves Reis
produção e comunicação Elsa Barão
direcção de montagem Manuel Amorim
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios e operação técnica Jorge Saraiva
secretariado Maria Marques
assistência ao espectáculo Bruno Bernardo | David Balbi | João Reis
interpretação David Esteves, Fernando Luís, Pedro Caeiro, Raquel Oliveira, Sérgio Silva,
Teresa Côrte-Real, Tobias Monteiro
agradecimentos Guarda-Roupa Maria Gonzaga, Teatro Nacional D. Maria II, Ana Sousa, Anna Eremin, Arminda Morais, Beatriz Batarda, Cláudia Fernando, João António, João de Brito, Lúcio Dias, Marisa Coelho, Rui Casca.
distribuição
Ele Sérgio Silva
Caçador Tobias Monteiro
Ela Teresa Côrte-Real
Autor Pedro Caeiro
Actriz Raquel Oliveira
General Fernando Luís
Soldado David Esteves
Barman David Esteves
Cão David Esteves
Fugitivo David Esteves
Louco David Esteves
Relevância do texto
Obra inédita de um autor português contemporâneo que, tendo colaborado nos últimos anos como dramaturgista de Carlos Avilez, conhece bem as suas linhas temáticas e de encenação. Para além disso, o texto é uma reflexão metafórica sobre o tempo em que vivemos e o papel do indivíduo numa sociedade que é paradoxalmente fragmentada, no sentido em que nos distanciamos cada vez mais do Outro, e totalitária, na medida em que a globalização trouxe também a massificaçao do pensamento e da acção.
Nota do Autor
Escrevi ICTUS em 2011 depois dos principais acontecimentos da Primavera Árabe terem ocorrido. Comecei a pensar numa peça que descrevesse uma revolução autofágica, que substituísse uma ditadura por uma tirania maior e em que as personagens fossem vítimas de si próprias, incapazes da comunicação e do afecto, esmagadas por uma autoridade autocrática e omnipresente. Imaginei o futuro do Ocidente e para isso voltei ao passado, aos momentos decisivos do início do Cristianismo e às várias figuras que o compuseram, principalmente Paulo: primeiro, caçador de cristãos, depois, pedra angular da teologia cristã. Dessa relação entre passado e futuro decorre a ausência de tempo em ICTUS, quer na sequência da acção, quer na construção das personagens, que de cena para cena oscilam entre o que lhes aconteceu e uma possibilidade de presente. Neste labirinto temporal, o fio de Ariadne é o próprio teatro, que ao fazer parte da acção, cria uma espécie de barreira de vidro entre as personagens: apesar de serem capazes de se verem umas às outras, de perceberem a presença do Outro, não conseguem, no entanto, relacionar-se.
Fotografias
© Ricardo Rodrigues
OS SALTIMBANCOS
de Chico Buarque

TEC Teatro Experimental de Cascais 138ª produção | 2013
OS SALTIMBANCOS de Chico Buarque
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
orquestração e direcção musical Maestro Hugo Neves Reis e Pedro F. Sousa
coreografia Natasha Tchitcherova
direcção coro infantil Jorge Vasconcelos
produção e comunicação Elsa Barão
direcção de montagem Manuel Amorim
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios e operação técnica Jorge Saraiva
fotografias Alfredo Matos
secretariado Inácia Marques
interpretação António Marques, David Esteves, Elsa Gama, Fernanda Neves, Filipe Abreu, Gonçalo Romão, Paula Sá, Paulo B., Pedro Caeiro, Raquel Oliveira, Renato Pino, Salomé Duarte, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real
e Andreza Silva, Adelina Costa, Beatriz Esteves, João Có, Márcia Santos, Nalbertino Tigna,
Suely Gonçalves, Tânia Cardoso, Iara Delgado, Érica Silva, Miriam Fura
distribuição
O Jumento António Marques
O Cachorro Pedro Caeiro
A Galinha Teresa Côrte-real
A Gata Paula Sá
Os Patrões Elsa Gama, Fernanda Neves, Jorge Vasconcelos, Paulo B., Renato Pino, Salomé Duarte, Sérgio Silva
Clowns David Esteves, Filipe Abreu, Gonçalo Romão, Raquel Oliveira
Coro Andreza Silva, Adelina Costa, Beatriz Esteves, João Có, Márcia Santos, Nalbertino Tigna, Suely Gonçalves, Tânia Cardoso, Iara Delgado, Érica Silva, Miriam Fura
produção
Teatro Experimental de Cascais em parceria com Santa Casa da Misericórdia de Cascais | ATL da Galiza
Fotografias
© Alfredo Matos
O Triunfo dos Porcos
Em 1976, Chico Buarque descobriu numa viagem a Itália o disco I Musicanti, de Sergio Bardotti e Luiz Enríquez Bacalov, um musical infantil que adaptava o conto Os Músicos de Bremen dos Irmãos Grimm para a companhia musical Ricchi & Poveri, de onde resultou um espectáculo que passou despercebido ao público italiano. Apesar disso, um ano depois, Chico Buarque adaptou as letras de Bardotti para o português do Brasil e lançou Os Saltimbancos, com Miúcha (Galinha), Nara Leão (Gata), Magro (Jumento) e Ruy (Cachorro), os dois últimos membros da célebre banda MPB4. No mesmo ano estreou o espectáculo no Rio de Janeiro, no teatro Canecão, vencedor de vários prémios, com Marieta Severo (Gata), Miúcha (Galinha), Pedro Paulo Rangel (Cachorro) e Grande Otelo (Jumento), que conheceu um enorme sucesso entre público e crítica, tornando-se rapidamente numa referência cultural incontornável, tanto para os mais novos como para os mais velhos.
De facto, se a peça é na sua essência um musical infantil, a verdade é que tem uma marcada leitura política que, de resto, já está presente no conto original dos Irmãos Grimm, uma vez que Bremen era um símbolo da liberdade do indíviduo por oposição a outras cidades ainda tuteladas pelo feudalismo. Se com a adaptação de Bardotti a história ganha um cunho mais metafórico, em que o Jumento é um intelectual capaz de juntar os outros em seu redor, o Cachorro um militar obediente, a Galinha uma operária e a Gata uma artista, foi com Chico Buarque que essa marca política mais veio ao de cima, principalmente pela aproximação das personagens a uma linguagem quotidiana e à situação que se vivia na altura no Brasil: a Ditadura Militar.
Hoje não vivemos numa ditadura, podemos exercer o nosso direito de voto e temos como adquirida a liberdade de expressão. Mas vivemos num país e numa Europa em que os cidadãos são vistos como um meio imediato para resolver uma crise financeira e económica causada pela banca e pela especulação com o consentimento ou inépcia dos governantes.
Em Portugal, criou-se um sistema exclusivamente partidário mas os partidos oferecem soluções eleitorais e não estruturais; a sociedade é democrática mas os deputados estão obrigados a uma disciplina de voto; acreditamos no direito de escolha mas impomos limites de mandatos porque o poder corrompe e o povo não tem capacidade de o perceber.
É um mundo contraditório, cheio de idealismos que esbarram contra o muro da realidade. Vivemos um tempo excepcional, de mudança. Estamos à beira de uma nova construção da sociedade. De um lado temos um modelo económico que defende a austeridade, do outro um crescimento descontrolado da dívida pública: ambos estão do lado dos mesmo interesses, que não são os nossos. Pelo meio, esquecemo-nos que não decidimos nada e que são outros que decidem por nós. Esquecemo-nos que «todos juntos, somos fortes» e que os “barões” devem ser derrubados não só porque nos oprimem, mas porque há uma geração que vem depois de nós – e se eles têm o direito de não nascer escravos, nós temos o dever de não permitir que isso aconteça.
Mas o que é que estamos dispostos a fazer para que isso não aconteça?
FALAR VERDADE A MENTIR
de Almeida Garrett

TEC Teatro Experimental de Cascais 137ª produção | 2013
FALAR VERDADE A MENTIR de Almeida Garrett
encenação Teresa Côrte-Real
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
música original Maestro Hugo Neves Reis e Pedro F. Sousa
letra Raquel Veiga
coreografia Natasha Tchitcherova
produção e comunicação Elsa Barão
direcção de montagem Manuel Amorim
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios e operação técnica Jorge Saraiva
fotografias Alfredo Matos
secretariado Inácia Marques
interpretação Filipe Abreu, Gonçalo Romão, Paula Sá, Paulo B., Raquel Oliveira e Sérgio Silva
distribuição
Brás Ferreira Paulo B
Amália Raquel Oliveira
Duarte Guedes Gonçalo Romão
General Lemos Filipe Abreu
Joaquina Paula Sá
José Félix Sérgio Silva
produção Teatro Experimental de Cascais Estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Secretário de Estado da Cultura/ Direcção Geral das Artes e Câmara Municipal de Cascais
Comédia escrita por Almeida Garrett em 1845 que oferece como ambiente a cidade de Lisboa em pleno século XIX e o cruzamento dos interesses de duas famílias burguesas e dos seus criados.
Um jogo entre amores e ambições, onde a mentira tropeça na verdade e o refinado sentido de humor do reconhecido autor português, abre caminho à reflexão crítica sobre a sociedade da época, satirizando os costumes de falsidade e da aparência, para além disso criticar numa vertente cómica, o oportunismo e a ganância.
Um tema que se reveste de grande actualidade, numa peça muito divertida, de apenas um acto. Um espectáculo direccionado em especial para os alunos do 3º ciclo do Ensino Básico.
Sobre o autor
Visconde João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett (1799 – 1854) mas conhecido pelo seu apelido, Almeida Garrett, foi dos iniciadores do Romantismo e seu mais representativo autor. Foi também refundador do teatro português, criador do lirismo moderno, criador da prosa moderna, jornalista, orador, par do reino, ministro e secretário de estado honorário português. É por isso considerado por muitos como o escritor português mais completo de todo o século XIX.
Fotografias
© Alfredo Matos
MARAT-SADE
de Peter Weiss

TEC Teatro Experimental de Cascais 136ª produção | 2013
MARAT-SADE de Peter Weiss
"A perseguição e assassinato de Marat tal como representado pelos pacientes do Hospício de Charenton sob a direcção do Marquês de Sade"
texto Peter Weiss
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
música original Richard Peasley
direcção, gravação, mistura Hugo Neves Reis, Pedro F. Sousa
músicos Alexandre Andrade (Trompete), Bernardo Marques (Teclas), Dina Hernandez (Flauta Transversal), Gil Gonçalves (Tuba), Hugo Neves Reis (Percussão), Pedro F. Sousa (Contrabaixo)
coreografia Natacha Tchitcherova
apoio vocal Ana Ester Neves
apoio histórico Ana Coelho
apoio clínico Cristina Rego
cabeleiras Gena Ramos
toucados Virgínia Rico
fotografias Alfredo Matos
produção e comunicação Elsa Barão
secretariado Inácia Marques
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
confecção de guarda-roupa Maria José Baptista, Palmira Abranches
direcção de montagem Manuel Amorim
montagem e operação de som Augusto Loureiro
montagem e contra-regra Rui Casares
assistência de encenação e operação de luz Jorge Saraiva
elenco António Marques, Fernanda Neves, Luiz Rizo, Pedro Caeiro , Renato Pino, Sérgio Silva,
Teresa Côrte-Real
e os alunos finalistas da EPTC Ana Fernandes, Andreia Valles, Beatriz Bonzinho, Brandão de Melo, Bruno Bernardo, Carlos Braz, Carlos Trindade, Carolina Evaristo, Catarina Névoa, Cláudia Barbosa, David Esteves, David Filipe Fernandes, Gonçalo Lucas, Inês Frias Moreira, Inês Realista, Jani Zhao, Joana Caetano Calado, Joana Lobo, João Cachola, João de Vasconcelos, Laura Stone, Mariana Graça, Matilde Oliveira, Miguel Ferraria, Patrícia Godinho, Pedro Jorge, Rafael Costa, Raquel Rosado, Rita Correia, Rita Silvestre, Rui Lemos, Rui Westermann, Sílvia Braga, Simão Soveral Rodrigues, Simão Vaz, Tatiana Freire, Teresa Alves
e alunos do 1º e 2º anos da EPTC Adriana Melo, Afonso Lopes, Afonso Molinar, Ana Félix Nalha, Ana Silva, André Farrica, André Marques, Andreia Ribeiro, Angelina Fedoryshna, Beatriz Henriques, Carolina Frias, Carolina Justino, Carolina Passos Sousa, Catarina Lopes, Catarina Teixeira, David Balbi, Diana Lara, Duarte Lopes, Duarte Melo, Fernando Marques, Filipa Correia, Hugo Leitão, Inês Cruz, Inês Faria, Joana Lourenço, João Amiano, João Lima, João Pires, João Reis, José Henriques, Madalena Almeida, Madalena Barreto, Margarida Freitas, Marta Correia, Marta Peneda, Martim Gama, Matilde Barata, Natacha Moreira, Rodrigo Aleixo, Rodrigo Cachucho,Rodrigo Tomás, Rute Cruz, Sandra Sousa, Sara Pereira, Sara Sistelo, Sofia Barrinha, Tiago Lima, Tomás Estrela, Valter Teixeira
distribuição
Marquês de Sade António Marques
Jean-Paul Marat David Esteves, João Cachola, Bruno Bernardo
Simonne Evrard Laura Mendes, Joana Calado, Inês Realista
Charlotte Corday Rita Silvestre, Inês Frias, Sílvia Fernandes
Duperret Carlos Braz, Gonçalo Lucas, Rafael Costa
Jacques Roux Simão Vaz, Pedro Jorge, Carlos Trindade
Kokol Joana Lobo, José Melo, João Vasconcelos
Polposh Catarina Névoa, Ana Fernandes, Matilde Oliveira
Cucurucu Patrícia Godinho, Carolina Evaristo, Mariana Coelho
Rossignol Andreia Valles, Rita Correia, Cláudia Barbosa
Arauto Jani Zhao,Tatiana Freire,Teresa Alves
Coulmier Pedro Caeiro, Sérgio Silva, Luiz Rizo
Mulher de Coulmier Raquel Rosado, Teresa Côrte-Real, Fernanda Neves
Filha de Coulmier Inês Cruz, Beatriz Bonzinho, Rita Correia
Enfermeiros Tiago Lima, José Henriques, Rodrigo Tomás, Valter Teixeira, João Amiano, Duarte Melo
Irmãs João Lima, Afonso Molinar, João Reis, David Balbi, Fernando Marques, Rodrigo Aleixo, Tomás Estrela, André Farrica
Paciente Simão Rodrigues, Pedro Serra, Rui Westermann
Pai Simão Rodrigues, Pedro Serra, Rui Westermann
Paciente das flores Cláudia Barbosa, Catarina Névoa, Patrícia Godinho
Paciente 7 Rui Westermann, Simão Rodrigues, Pedro Serra
Mestre-Escola Rui Westermann, Simão Rodrigues, Pedro Serra
Paciente 6 Pedro Serra, Rui Westermann, Simão Rodrigues
distribuição
Mãe Beatriz Bonzinho, Raquel Rosado
Paciente 3 Beatriz Bonzinho, Raquel Rosado
Cientista Carlos Trindade, Simão Vaz, Pedro Jorge
Representante do Exército Miguel Ferraria
Paciente 1 Miguel Ferraria
Padre Rafael Costa, Carlos Braz, Gonçalo Lucas
Novo Rico Rita Correia, João Vasconcelos, Beatriz Bonzinho
Paciente 4 Rita Correia, João Vasconcelos, Beatriz Bonzinho
Voltaire Renato Pino
Paciente 5 Renato Pino
Lavoisier David Fernandes
Paciente 2 David Fernandes
Crianças Afonso Lopes, João Pires, Matilde Barata, Diana Lara, Sofia Barrinha
Pacientes Grupo 1 Martim Gama, Rodrigo Cachucho, André Marques, Marta Peneda
Pacientes Grupo 2 Carolina Passos Sousa, Ana Félix Nalha, Catarina Lopes, Joana Lourenço
Pacientes Grupo 3 João Pires, Madalena Almeida, Inês Faria, Diana Lara, Matilde Barata
Pacientes Grupo 4 Sandra Sousa, Marta Correia, Filipa Correia, Natacha Moreira, Inês Cruz, Beatriz Henriques
Pacientes Grupo 5 Duarte Lopes, Angelina Fedoryshna, Catarina Teixeira
Pacientes Grupo 6 Hugo Leitão, Margarida Freitas, Sara Pereira, Madalena Barreto
Pacientes Grupo 7 Adriana Melo, Carolina Justino, Sofia Barrinha, Ana Silva, Carolina Frias
Pacientes Grupo 8 Sara Sistelo, Rute Cruz, Andreia Ribeiro, Afonso Lopes .
Fotografias
© Alfredo Matos
VIAGEM À RODA DA PARVÓNIA
de Guerra Junqueiro e Guilherme de Azevedo

TEC Teatro Experimental de Cascais 135ª produção | 2013
VIAGEM À RODA DA PARVÓNIA de Guerra Junqueiro e Guilherme de Azevedo
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
música original Luís Pedro Fonseca
coreografia Paulo Jesus
apoio vocal Ana Ester Neves
direcção de montagem Manuel Amorim
montagem e operação de som Augusto Loureiro
montagem e contra-regra Rui Casares
assistência de encenação e operação de luz Jorge Saraiva
fotografias Alfredo Matos
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
confecção de guarda-roupa Maria José Baptista, Palmira Abranches
secretariado Inácia Marques
contabilidade Ana Landeiroto
elenco António Marques, David Balbi, Diogo Martins, Fernanda Neves, Guido Rodrigues, João Soares Reis, Luiz Rizo, Paula Sá, Pedro Caeiro, Raquel Oliveira, Renato Pino, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real.
distribuição
1º sujeito António Marques
cauteleiro Diogo Martins
2º sujeito Teresa Côrte-Real
Judeu Errante júnior Pedro Caeiro
poeta Renato Pino
1º político Luiz Rizo
accionista Fernanda Neves
banqueiro António Marques
2º político Paula Sá
viúva Guido Rodrigues
cicerone Sérgio Silva
1º eleitor Teresa Côrte-Real
2º eleitor Raquel Oliveira
3º eleitor José dos Caracóis Luiz Rizo
candidato António Marques
vozes da igreja Guido Rodrigues, Paula Sá
galopim Diogo Martins
4º eleitor bêbado Renato Pino
o cego Raquel Oliveira
Policarpo da Silva Banana Paula Sá
o das muletas António Moita Renato Pino
o maneta Renato Pino
o da maca Lázaro do Espírito Santo Guido Rodrigues
o de gatas José Gato da Costa Raquel Oliveira
espectro de Matusalém David Balbi
1º deputado Renato Pino
2º deputado Paula Sá
3º deputado Raquel Oliveira
4º deputado Diogo Martins
5º deputado Teresa Côrte-Real
presidente Fernanda Neves
Simplício das Neves Luiz Rizo
Cícero de Freitas Pedro Caeiro
Paulino da Guiné Guido Rodrigues
contínuos David Balbi, João Soares Reis
presidente do conselho António Marques
Apolo Sérgio Silva
Pégaso Diogo Martins
estátuas Guido Rodrigues, Raquel Oliveira
Cupido Renato Pino
Inocência Paula Sá
professor Guido Rodrigues
1º discípulo Fernanda Neves
2º discípulo Luiz Rizo
Tália Paula Sá
satânico Diogo Martins
lírico Renato Pino
princesa Ratazana Pedro Caeiro
1º convidado Raquel Oliveira
2º convidado Fernanda Neves
3º convidado Luiz Rizo
criado Guido Rodrigues
Quixote António Marques
fada Paula Sá
ministro da reinação Teresa Côrte-Real
coro de donzelas Diogo Martins, Raquel Oliveira, Renato Pino
inverno Paula Sá
primavera Raquel Oliveira
outono Fernanda Neves
estio Guido Rodrigues
morte Diogo Martins
José do Capote Pedro Caeiro
mendigo Sérgio Silva
Escrita por Guilherme de Azevedo e Guerra Junqueiro nos finais do século XIX, Viagem à Roda da Parvónia é uma divertida comédia política, tão provocadora como actual. Proibido logo no dia a seguir à estreia, o texto ganhou, à época, contornos de escandaloso e maledicente. Hoje, passados mais de cem anos, mantém a sua actualidade e pertinência apesar da diferente situação política em que vivemos. Povoada de música, dança e realidade, a peça é o reflexo do nosso presente reflectido num espelho do passado, demasiado próximo do que somos. Carlos Avilez arrisca encenar este texto esquecido em que fantasia e verdade se confundem, e em que a crítica ao país de ontem é, afinal, a mesma que se faz ao Portugal de hoje.
Fotografias
© Alfredo Matos
O PARAÍSO
de Miguel Torga

TEC Teatro Experimental de Cascais 134ª produção | 2012
O PARAÍSO de Miguel Torga
versão e dramaturgia Miguel Graça
consultor literário Carlos Carranca
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
apoio vocal Ana Ester Neves
apoio movimento Mestre George Stobbaerts
direcção de montagem Manuel Amorim
operação de som Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
operação de luz e assistência de ensaios Jorge Saraiva
divulgação e comunicação Pedro Salazar
fotografias Alfredo Matos
registo vídeo MiguelÂngelo Audiovisuais
mestra guarda-roupa Teresa Louro
execução guarda-roupa Maria José Batista, Palmira Abranches
secretariado Maria Marques
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
elenco
Anna Paula, António Marques, Carlos Trindade, David Balbi, Fernanda Neves, João Reis,
Luís Rizo, Miguel Ferraria, Nazareth Almadanim, Renato Pino, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real
Fotografias
© Alfredo Matos
distribuição
Gorila / Faustino Luiz Rizo
Cacatua / Rita Teresa Côrte-Real
Porteiro Renato Pino
Adão António Marques
Eva Fernanda Neves
Amigo Conveniente / Lúcio Anna Paula
Sereno / Gabriel Sérgio Silva
Burro (Morgado) David Balbi
Mulher (Madalena) Nazareth Almadanim
Galo (Tenório) Carlos Trindade
Touro (Miúra) Miguel Ferraria
Corvo (Vicente) João Reis
sinopse
“O poder do tirano resulta sempre da apropriação traiçoeira da liberdade alheia. O indivíduo vai abdicando insensivelmente de direitos que parecem insignificantes; e, a horas tantas, de cedência em cedência, está enrodilhado numa trama de interdições, de onde não consegue sair mais. São as ordens, são os editais, são os avisos, em suma, são todas as restrições que em todos os regimes opressivos sujam as paredes. É proibido isto, é proibido aquilo… Arbitrariedades com carácter legal… E quem pisa o risco…”
In O Paraíso, de Miguel Torga
A peça “O Paraíso” foi escrita em 1949, por Miguel Torga, e traduz o início de uma via-sacra, em que o autor reconhece ter perdido a graça de não conhecer o mal, deixando de viver de olhos angélicos no seio da natureza. Adão é expulso do paraíso como resultado da ira de uma qualquer identidade ofendida. Adão representa o símbolo expiatório da condição humana degradada e degredada.Miguel Torga, pseudónimo literário do médico Adolfo Correia Rocha, nasceu no dia 12 de Agosto de 1907 em S. Martinho de Anta, Trás-os-Montes, e morreu em Coimbra no dia 17 de Janeiro de 1995, tendo sido um dos mais importantes escritores portugueses do século XX.
WOYZECK
de Georg Büchner

TEC Teatro Experimental de Cascais 133ª produção | 2012
WOYZECK de Georg Büchner
versão e dramaturgia Miguel Graça
tradução João Barrento
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
apoio vocal Ana Ester Neves
coreografia Natacha Tchitcherova
direcção de montagem Manuel Amorim
operação de som Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
operação de luz e assistência de ensaios Jorge Saraiva
divulgação e comunicação Pedro Salazar
fotografias Alfredo Matos
registo vídeo MiguelÂngelo Audiovisuais
mestra guarda-roupa Teresa Louro
execução guarda-roupa Maria José Batista, Palmira Abranches
assistência ao espectáculo André Caetano, Mariana Viana, Raquel Caneca
secretariado Maria Marques
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
elenco
André Picardo, André Sousa, Carina Banha, Carla Monteiro, Cátia Sequeira, Diogo Demétrio, Duarte Dugos Catarré, Elvis Bação, Filipa Trindade, Filipe Abreu, Francisco Sarmento, Gonçalo Brandão, Gonçalo Romão, Isabel Sousa, Joana Coelho, João Soares, Juliana Marques, Leonardo Garibaldi, Margarida Castro, Mariana Bouhon, Mariana Viana, Mauro Fernandes, Miguel Ângelo, Nazareth Almadanim, Patrícia Rocha, Raquel Caneca, Rita São Lourenço, Rodrigo Jorge, Rodrigo Trindade, Rui Palma, Sara Cecília, Soraia Tavares, Tiago Durão e os alunos do 1º e 2º anos da EPTC
distribuição
Apresentadora Cátia Sequeira, Margarida Castro, Raquel Caneca
Woyzeck Rui Palma, Gonçalo Romão, Diogo Demétrio
Tambor-Mor Rodrigo Trindade, João Soares, Gonçalo Brandão
Maria Isabel Sousa, Soraia Tavares, Carla Monteiro
Margarida Mariana Bouhon, Joana Coelho, Filipa Trindade
André Leonardo Garibaldi, André Picardo, Mauro Fernandes
Doutora Patricia Rocha, Rita São Lourenço, Juliana Marques
A Louca Carina Banha, Mariana Viana, Sara Cecilia
Sargento Rodrigo Jorge, Tiago Durão, Francisco Sarmento
Barbeiro André Sousa, Elvis Bação
Capitão Filipe Abreu, Miguel Ângelo, Duarte Dugos Catarré
Catarina Nazareth Almadanim
sinopse
Escrita em 1836, Woyzeck é muitas vezes apontada como a primeira peça “moderna” graças ao seu registo fragmentado e à capacidade de colocar pela primeira vez o Homem comum perante a tragédia da sua existência. Ao longo de várias cenas curtas e não lineares, acompanhamos a queda do jovem soldado Woyzeck na loucura e no assassínio, consequências directas da opressão que lhe é imposta pela sociedade em geral. Peça inacabada, alvo de contantes reinterpretações ao longo do tempo, Woyzeck mantém-se hoje no panteão das mais altas obras teatrais, antecipando praticamente todas as correntes estéticas que povoaram o teatro desde o final do século XIX até hoje.
Fotografias
© Alfredo Matos
ARSÉNICO E RENDAS VELHAS
de Joseph Kesselring

TEC Teatro Experimental de Cascais 132ª produção | 2012
ARSÉNICO E RENDAS VELHAS de Joseph Kesselring
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
movimento Georges Stobbaerts
maquilhagem Joana Isfer
divulgação e comunicação Pedro Salazar
fotografias Alfredo Matos
registo vídeo MiguelÂngelo Audiovisuais
direcção de montagem Manuel Amorim
operação de som e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
operação de luz e assistência de ensaios Jorge Saraiva
mestra guarda-roupa Teresa Louro
execução guarda-roupa Maria José Batista, Palmira Abranches
assistência à montagem Rui Martins
assistência ao espectáculo André Caetano, Mariana Viana, Raquel Caneca
secretariado Maria Marques
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
elenco de estreia
Alberto Villar, Anna Paula, António Pedro Cerdeira, António Marques, Fernanda Neves, Filipe Abreu, Gonçalo Brandão, João Pedro Jesus, Luiz Rizo, Renato Pino, Rita Cabaço, Santos Manuel, Sérgio Silva e Teresa Côrte-Real
elenco de substituição
Alberto Villar, Anna Paula, António Pedro Cerdeira, António Marques, Fernanda Neves, Filipe Abreu, Gonçalo Brandão, Gonçalo Carvalho, Joana Castro, João Pedro Jesus, Luiz Rizo, Romeu Vala,
Santos Manuel, Teresa Côrte-Real
distribuição
Abby Brewster Anna Paula
Reverendo Dr. Harper Luiz Rizo
Georgie Brewster João Pedro Jesus
Agente Brophy Teresa Côrte-Real
Martha Brewster Fernanda Neves
Elaine Harper Rita Cabaço/Joana Castro
Mortimer Brewster António Pedro Cerdeira
Sr. Gibbs Santos Manuel
Jonathan Brewster Sérgio Silva/Gonçalo Carvalho
Dr. Einstein António Marques.
Agente O’Hara Renato Pino/Romeu Vala.
Tenente Roony Luiz Rizo
Sr. Witherspoon Alberto Villar e Filipe Abreu, Gonçalo Brandão
“Arsénico e Rendas Velhas” é uma das mais célebres e divertidas comédias negras da dramaturgia do século XX. A peça conta a história de duas simpáticas senhoras de idade que envenenam os seus inquilinos para os livrarem dos sofrimentos do mundo, ao mesmo tempo que têm de lidar com os seus três sobrinhos desequilibrados: Georgie, que julga ser George W. Bush, Jonathan, um criminoso que depois de uma operação plástica mal sucedida se tornou num duplo de Frankenstein, e Mortimer, um crítico de teatro pouco perspicaz que descobre o segredo das tias no mesmo dia em que decide casar com a vizinha do lado. Escrita em 1941 por Joseph Kesselring, esta nova versão de “Arsénico e Rendas Velhas” atualiza o texto para os tempos modernos e marca o regresso de António Pedro Cerdeira ao Teatro Experimental de Cascais, mais de vinte anos depois de lá se ter estreado como actor sob a direcção de Carlos Avilez.
Fotografias
© Alfredo Matos
ROBERTO ZUCCO
de Bernard-Marie Koltés

TEC Teatro Experimental de Cascais 131ª produção | 2011
ROBERTO ZUCCO de Bernard-Marie Koltés
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
lutas e movimento Georges Stobbaerts
direcção de montagem Manuel Amorim
operação de som Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
operação de luz e assistência de ensaios Jorge Saraiva
apoio aos penteados Gena Ramos
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo Gonçalo Brandão, Mariana Viana, Raquel Caneca
comunicação Pedro Salazar
fotografias de cena Alfredo Matos
elenco Ana Nave, Anna Paula, António Marques, Carlos Santos, Fernanda Neves, Gláucia Noémi,
João Pedro Jesus, Luiz Rizo, Maria Camões, Renato Pino, Rita Cabaço, Santos Manuel, Sérgio Silva, Tomás Alves
QUEM É ROBERTO ZUCCO?
Koltès teve pela primeira vez a ideia de escrever Roberto Zucco quando em 1988 se deparou no metro de Paris com um daqueles posters afixados pela polícia onde se lê “procura-se” por baixo da imagem de um criminoso. O criminoso era Roberto Succo, um jovem esquizofrénico italiano que, dois anos antes, havia aproveitado uma saída temporária de um manicómio criminal – estava preso desde 1981, depois de ter assassinado o pai e a mãe – para se escapar para França, onde raptou, violou, matou, e foi considerado inimigo público número um. Mas em vez de uma havia quatro fotografias, todas elas «tão diferentes que era necessário olhar várias vezes para elas para se ter a certeza absoluta de que era a mesma pessoa»[1], e essa figura real camaleónica terá sido a proposta primeva na criação da personagem fictícia, impossível de realmente conhecer para lá da persona que nos é mostrada e se vai alterando de cena para cena. Meses mais tarde, depois de ter sido capturado em Veneza, sua cidade natal, o verdadeiro Succo conseguiu ainda escapar para os telhados da prisão onde o mantinham preso; Koltès assistiu fascinado às imagens televisivas de um homem que arremessava telhas contra polícias e jornalistas enquanto implorava que o matassem – uma vez que a prisão não era suficientemente alta – e gritava impropérios contra a sociedade, a ex-namorada francesa que o havia denunciado e a ordem em geral. Com isso, decidiu-se a escrever Roberto Zucco.
Se é certo que a peça é inspirada em factos verídicos, não é menos correcto que Zucco não é Succo, e que consciente da proximidade do seu fim, Koltès fez deste seu derradeiro texto uma obra testamentária e reflexiva, onde a beleza poética da linguagem se mistura com recorrentes referências mitológicas, bíblicas e literárias, e onde não há espaço para a banalidade, o que aqui se traduz por investigar os crimes ou encontrar-lhes um significado.
Por um lado, Roberto Zucco é uma espécie de Hamlet do séc. XX. Para além das referências directas à obra, que são bastante explícitas (a primeira cena, por exemplo, em tudo ecoa o início de Hamlet, onde dois guardas vislumbram o Fantasma), Zucco é também melancólico, auto-reflexivo e proto-suicida, e se a prisão do príncipe dinamarquês era a própria Dinamarca, sinédoque do mundo inteiro, para Zucco a prisão é uma verdadeira prisão, e é necessário fugir dela, apesar do conhecimento que, afinal, também o mundo é um cárcere, e que por isso é necessário encontrar geografias improváveis (a neve de África) e, acima de tudo, é necessário estar em fuga permanente: dos pais, da sociedade, do amor, das pessoas, da vida em geral; é preciso fugir do mundo e combatê-lo, mesmo que a fuga e a vitória não sejam possíveis. Mas, por outro lado, Zucco é também um Golias (o mais forte, mas sujeito à derrota), um Sansão (traído por quem o ama), um Ícaro (que se aproxima demasiado do Sol) ou um Teseu (que deambula por um labirinto à procura da saída e enfrenta pelo caminho o Minotauro). São estas, no entanto, referências não chegam para caracterizá-lo na sua totalidade, e por isso talvez o mais simples seja pegar num espelho e ver em qual das personagens vemos a nossa própria imagem reflectida, ou melhor, em qual delas gostaríamos de nos ver reflectidos: se em Roberto Zucco, ou se na restante miríade de figuras que não chegam sequer a ter nome, reduzidos a pais, mães, guardas, putas, chulos ou vozes que surgem ocasionalmente, todas elas ruídos de fundo que apenas transmitem a aparência da normalidade superficial em que existimos.
A morte (e a consciência da sua presença e inevitabilidade) é, no entanto, o tema central da peça. Talvez nem possa ser de outra maneira quando se tem tamanha consciência dela, como Koltès a teria quando a escreveu, já muito debilitado, profundamente certo de que este seria o seu último esforço e o seu último fôlego. Tentar encontrar significados em Roberto Zucco é uma tarefa complexa porque, na verdade, é uma obra profundamente simples: a sua interpretação implica da parte do leitor/ espectador uma espécie de ritual iniciático de uma qualquer religiosidade intrínseca ao ser humano, daí a epígrafe que acompanha o texto, retirada da Liturgia do deus Mitra, e que é tão clara quanto obscura, e o título que Koltès deu às quinze cenas que compõem Roberto Zucco, tão esclarecedores quanto o quisermos ou soubermos.
Quem é Roberto Zucco? É ele próprio que nos reponde: «Sou o assassino do meu pai, da minha mãe, de um inspector de polícia e de uma criança. Sou um assassino». E, mesmo assim, a pergunta mantém-se: quem é Roberto Zucco?
[1] Bernard- Marie Koltès citado em Alternatives Théâtrales, 35/6, Junho 1990, p. 41.
Fotografias
© Alfredo Matos
BRUXAS DE SALEM
de Arthur Miller

TEC Teatro Experimental de Cascais 130ª produção | 2011
BRUXAS DE SALEM de Arthur Miller
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
apoio de voz Ana Ester Neves
apoio de corpo Helena Vascon
direcção de montagem Manuel Amorim
operação de som Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
operação de luz e assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
fotografias de cena Alfredo Matos
interpretação Ágata Bernardino, André Dias, António Marques, Carlos Reiriz, Carolina Botelho,
Catarina Santana, David Correia, Diogo Fialho, Fernanda Neves, Flávio Silva, Gonçalo Brandão,
Guido Silva, Inês Gonçalves, Inês Morais, Joana Neca, Joana Reis, João Pedro Santos, João Soares,
João Vasco, José Bernardo, Laura Barbosa, Lúcia Lourenço, Lucinda Farrajota, Luís Aguiar, Luiz Rizo, Magda Silva, Maria Feist, Mariana Carruço, Nádia Nunes, Nádia Santos, Nayana Rodrigues, Nídia Roque, Nuno Filipe, Patrícia Brito, Pedro Minhoto, Raquel Serafim , Raquel Oliveira, Renato Pino, Rita Cabaço, Romana Preto, Sérgio Silva, Tânia Leitão, Tânia Neca, Teresa Côrte-Real, Tiago Garrinhas
distribuição
Elisabeth Proctor Rita Cabaço, Ágata Bernardino, Laura Barbosa
Abigail Williams Nídia Roque, Mariana Carruço, Patrícia Brito
John Proctor Sérgio Silva, Guido Silva, Luís Aguiar
Reverendo Parris António Marques
Betty Parris Romana Preto, Catarina Santana, Tânia Leitão
Tituba Nayana Rodrigues, Nádia Santos, Magda Silva
Susanna Walcott Carolina Botelho, Nádia Nunes, Joana Reis
Ann Putman Teresa Côrte-Real, Lúcia Lourenço, Maria Feist
Thomas Putman Luiz Rizo, João Soares
Mercy Lewis Raquel Serafim, Lucinda Farrajota
Mary Warren Raquel Oliveira, Inês Morais, Inês Gonçalves
Rebecca Nurse Fernanda Neves
Giles Corey Diogo Fialho, André Dias, João Pedro Santos
Reverendo Hale Bernardo Souto, Carlos Reiriz, Renato Pino
Francis Nurse André Dias, Tiago Garrinhas, Pedro Minhoto
Ezekiel Cheever David Correia
Herrick Nuno Filipe, Gonçalo Brandão
Martha Corey Lúcia Lourenço, Carolina Botelho
Juiz Hathorne Flávio Silva
Vice-Governador Danforth João Vasco
Sarah Good Joana Neca, Tânia Neca, Tânia Barbosa
Hopkins João Pedro Santos, Diogo Fialho
Em 1692, na pequena comunidade americana de Salem, assiste-se literalmente a uma caça às bruxas. O rumor e a mentira espalham-se e ninguém parece estar a salvo da acusação ou da vingança.
As Bruxas de Salem, um dos maiores clássicos da literatura do século XX, é baseada em factos históricos mas foi escrita como um paralelo à cultura repressiva e do medo vivida nos anos cinquenta nos Estados Unidos da América durante a era do McCarthismo. No entanto, a universalidade da peça continua a fazer com que seja um texto profundamente actual e um aviso para as diferentes culturas e gerações contra qualquer forma de tirania.
Fotografias
© Alfredo Matos
O COMBOIO DA MADRUGADA
de Tennessee William

TEC Teatro Experimental de Cascais 129ª produção | 2011
O COMBOIO DA MADRUGADA de Tennessee Williams
transcriação António Barahona
dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
coreografia e movimento Georges Stobbaerts
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
assistência de encenação Teresa Côrte-Real
ponto Diogo Tavares
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
execução de guarda-roupa Maria José Baptista, Natália Ferreira e Palmira Abranches
maquilhagem Joana Cornelsen
penteados Gena Ramos
interpretação Anna Paula, Carlos Santos, Eunice Muñoz, Henrique Carvalho, Lídia Muñoz, Pedro Caeiro, Renato Pino, Ricardo Alas, Rita Cabaço, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real
distribuição
Assistente Um Renato Pino
Assistente Dois Carlos Santos
Assistente Três Ricardo Alas
Flora Goforth Eunice Muñoz
Frances Black Lídia Muñoz
Christopher Flanders Pedro Caeiro
Rudy Sérgio Silva
Giuglio Henrique Carvalho
Simonetta Rita Cabaço
Viúva Teresa Côrte-Real
Bruxa de Capri Anna Paula
Fotografias
© Gonçalo Fabião
EXILADO A SUL
de José Jorge Letria

TEC Teatro Experimental de Cascais 128ª produção | 2010
EXILADO A SUL de José Jorge Letria
dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
coordenação de figurinos Fernando Alvarez
direcção de montagem e luzes Manuel Amorim
sonoplastia Augusto Loureiro
contra-regra Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
fotografias de cena Alfredo Matos
interpretação Carlos Santos, Carlota Barbosa, Charles Henry, Luiz Rizo, Pedro Caeiro, Renato Pino, Rita Cabaço, Santos Manuel, Sérgio Silva
distribuição
Manuel Teixeira Gomes Sérgio Silva
Viana de Carvalho Luiz Rizo
Tenente Brito Pedro Caeiro
Columbano Bordalo Pinheiro Santos Manuel
República Rita cabaço
Mulher Carlota Barbosa
Homem 1 Carlos Santos
Homem 2 Renato PinoJosé Charles Henry
Fotografias
© Alfredo Matos
A NOSSA CIDADE
de Thornton Wilder

TEC Teatro Experimental de Cascais 127ª produção | 2010
A NOSSA CIDADE de Thornton Wilder
versão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
voz e canto Inês Martins e Rui Baeta
apoio de corpo Helena Vascon
fotografias de cena Alfredo Matos
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo Filipe Garcia
interpretação Alexandra Troeira, André Falcão, Andreia Gil, Andreia Nunes, Carlos Santos, Carlota Barbosa, Carolina Brandão, Charles Henry, Cláudia Anjos, Cláudia Gonçalves, Coio Só, Diana Narciso, Diogo Santos, Gláucia Noémi, Gonçalo Cardoso, Henrique Prudêncio, Igor Sampaio e Melo, Inês Jindrich, Joana Almeida, Joana Fernandes, Leandro Pires, Luís Carmo, Luís Salvador, Maria Alves, Patrícia Gonçalves, Paulo Ferreira, Pedro Castella, Pedro Jorge, Rafael Fontes, Rafael Saldanha, Renato Pino, Rita Cabaço, Rita Leão, Rodolfo Ferreira, Rúben Milheiras, Ruth Batalha, Sara Alves, Sofia Noronha
e Ana Perestrello, André Almeida, André Filipe, Beatriz Bonzinho, Bernardo Souto, Carina Banha, Catarina Saltão, David Correia, Diogo Fialho, Diogo Pinto, Duarte Catarré, Edgar Cartaxo, Gonçalo Brandão, Guido Silva, Inês Morais, Isabel Sousa, João Soares, Joana Coelho, Juliana Marques, Luís Aguiar, Margarida Castro, Maria Feist, Mariana Pereira, Miguel Pina, Nayana Rodrigues, Nicoleta Plamadeala, Nídia Roque, Patrícia Duarte, Raquel Caneca, Raquel Oliveira, Rita Coelho, Romana Preto, Soraia Tavares, Tânia Barbosa, Tânia Leitão (alunos do 1º e 2º anos da Escola Profissional de Teatro de Cascais)
distribuição
Director de Cena Renato Pino, Pedro Jorge, Igor Sampaio e Melo
Dr. Gibbs Paulo Ferreira, Igor Sampaio e Melo
Joe Crowell Luís Carmo
Howie Newsome Diogo santos, Carlos Santos, Luís Salvador
Sra. Gibbs Sofia Noronha, Andreia Nunes, Carlota Barbosa, Andreia Gil, Rita Leão
Sra. Webb Gláucia Noémi, Inês Jindrich, Patrícia Gonçalves, Ruth Batalha
George Gibbs Carlos Santos, André Falcão, Pedro castella, Leandro Pires
Rebecca Gibbs Joana Fernandes, Joana Almeida
Wally Webb Luís Salvador, Rodolfo Ferreira,
Emily Webb Rita Cabaço, Diana Narciso, Cláudia Anjos, Carolina Brandão, Cláudia Gonçalves
Professor Willard Rúben Milheiras
Mulher na plateia Carlota Barbosa, Sara Alves, Alexandra Troeira, Maria Alves, Carolina Brandão
Pessoa agressiva Henrique Prudêncio, Pedro Jorge, Sofia Noronha, Andreia Nunes
Rapariga na plateia Inês Jindrich, Rita leão, Gláucia Noémi, Diana Narciuso, Ruth Batalha
Sr. Webb Charles Henry, Henrique Prudêncio
Simon(e) Stimson Pedro Jorge, Rita Cabaço, Renato Pino
Sra. Soames Sara Alves, Maria Alves, Cláudia Gonçalves, Rita Leão, Alexandra Troeira
Guarda Warren Pedro Castella, Diogo Santos, Renato Pino
Si Crowell Gonçalo Cardoso, Rafael Saldanha, Pedro Jorge
Jogadores de Baseball Charles Henry, Coio Só, Leandro Pires, Luís Salvador, Pedro Castella, Rafael Fontes, Rodolfo Ferreira, Paula Ferreira
Joe Stoddard Leandro Pires, Coio Só
Sam Craig Igor Sampaio e Melo, Rafael Fontes, Charles Henry
Pai/Mãe de Joel Andreia Gil, Carlos Santos, Andreia Nunes, Renato Pino, Carlota Barbosa Cangalheiros André Falcão, Charles Henry, Coio Só, Gonçalo Cardoso, Leandro Pires, Paulo Ferreira, Rafael Fontes, Rafael Saldanha, Rodolfo Ferreira
Fotografias
© Alfredo Matos
DESERTO, DESERTO
de Jean-Pierre Renault

TEC Teatro Experimental de Cascais 126ª produção | 2010
DESERTO, DESERTO de Jean-Pierre Renault
tradução Júlio Magalhães
dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
coreografia e movimento Margarida Gonçalves
apoio vocal Hugo Reis
fotografias de cena Alfredo Matos
luminotecnia e direcção de montagem Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
apoio de contra-regra Wilson Barbosa
execução de guarda-roupa Teresa Louro, Palmira Abranches
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
interpretação Anna Paula, António Marques, Diogo Carmona, Luiz Rizo, Miguel Damião, Paulo B., Santos Manuel, Sérgio Silva
e voz “off” João Vasco
e André Falcão, Carlos Santos, Igor Sampaio e Melo, Leandro Pires
distribuição
António António Marques
Pamplinas Sérgio Silva
Adolphe Paulo B.
Tatischeff Luiz Rizo
Ludwig-Valentin Santos Manuel
Liza Anna Paula
O Raparigo Diogo Carmona
Mack Sennett Miguel Damião
Fotografias
© Alfredo Matos
ROSENCRANTZ E GUILDENSTERN ESTÃO MORTOS
de Tom Stoppard

TEC Teatro Experimental de Cascais 125ª produção | 2009
ROSENCRANTZ E GUILDENSTERN ESTÃO MORTOS de Tom Stoppard
tradução e dramaturgia Graça P. Corrêa
apoio dramatúrgico Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
coreografia Natasha Tchitcherova
fotografias de cena Alfredo Matos
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de encenação Hugo Bettencourt
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo David Ferreira, Igor Sampaio e Melo, Leonor Biscaia
colaboração especial Vitor Hugo
interpretação António Marques, Fernando Luís, Gonçalo Carvalho, Hugo Bettencourt, Joana Castro, João Vilas, Luís Lobão, Luiz Rizo, Miguel Matias, Renato Godinho, Romeu Vala, Santos Manuel, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real, Tiago De Almeida, Toni Pina
distribuição
Rosencrantz Fernando Luís
Guildenstern Renato Godinho
Actor António Marques
A Companhia de Teatro:
Envenenador Gonçalo Carvalho
Espião Luís Lobão
Espião João Vilas
Polónio/Laertes Miguel Matias
Rainha Tiago de Almeida
Rei/Rei Inglês/Osrick Toni Pina
Ofélia Joana Castro
Hamlet Romeu Vala
Gertrudes Teresa Côrte-Real
Cláudio Luiz Rizo, Sérgio Silva
Polónio Santos Manuel
Soldado/Embaixador Hugo Bettencourt
Horácio Luiz Rizo, Sérgio Silva
Fotografias
© Alfredo Matos
MUITO BARULHO POR NADA
de William Shakespeare

TEC Teatro Experimental de Cascais 124ª produção | 2009
MUITO BARULHO POR NADA de William Shakespeare
tradução e dramaturgia Graça P. Corrêa
apoio dramatúrgico Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
coreografia Natasha Tchitcherova
fotografias de cena Alfredo Matos
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de encenação Hugo Bettencourt
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo David Ferreira, Igor Sampaio e Melo, Leonor Biscaia
colaboração especial Vitor Hugo
interpretação
António Marques, Gonçalo Carvalho, Santos Manuel, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real
e Adriana Besteiro, Alexandre Carvalho, Ana Lopes Gomes, Anna Eremin, Bruno Santos, Christopher Hunstock, David Ferreira, Eric Vinicius, Filipe Ferreira, Francisco Martins, Guilherme Macedo, Henrique de Carvalho, Inês Cunha, João Pedro Jesus, Leonor Biscaia, Leonor Salgueiro, Lídia Muñoz, Mafalda Luís de Castro, Margarida Alves-Diniz, Mariana Faria Leal, Marta Queiroz, Mauro Silva, Mónica Alves, Natacha Almeida, Raquel Baptista, Rita Cleto, Rita Santana, Rúben Chama, Rúben Lima, Sadie Exley-Myers, Sérgio Oliveira, Soraya Lopes, Tiago Assunção, Vanda Rodrigues
(finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais)
e André Almeida, André Falcão, Carlos Santos, Catarina Saltão, Charles Henry, David Correia, Diana Narciso, Gláucia Noémi, Igor Sampaio e Melo, Inês Ferreira, João Santos, José Miguel Borges, Leandro Pires, Luís Aguiar, Mafalda Chantre, Maria Côrte-Real, Nayana Rodrigues, Nídia Roque, Pedro Jorge, Raquel Oliveira, Renato Pino, Rita Cabaço, Tânia Barbosa, Tânia Leitão
(Alunos do 1º e 2º anos da Escola Profissional de Teatro de Cascais)
distribuição
D. Pedro Sérgio Silva
D. João Mauro Silva
Leonato António Marques
Antónia Teresa Côrte-Real
Benedick João Pedro Jesus, Francisco Martins, Rúben Chama
Cláudio Henrique de Carvalho
Beatrice Mafalda Luís de Castro, Leonor Salgueiro, Leonor Biscaia, Rita Santana
Hero Lídia Muñoz, Raquel Baptista, Mariana Faria Leal, Anna Eremin, Rita Cleto
Borracho Eric Vinicius
Conrado Bruno Santos, Sérgio Oliveira, Christopher Hunstock, Filipe Ferreira
Baltazar Alexandre Carvalho, Rúben Lima
Margarida Mónica Alves, Soraya lopes, Margarida Alves-Diniz
Úrsula Marta Queiroz, Natacha Almeida, Mónica Alves, Inês Cunha
Dona Cornisa Vanda Rodrigues, sadie Exley-Myers, Ana Gomes
Dona Vergas Adriana Besteiro
1ª Mãe Sadie Exley-Myers, Natacha Almeida, Vanda Rodrigues, Margarida Alves- Diniz
2ª Mãe Ana Gomes, Vanda Rodrigues, Inês Cunha
3ª Mãe Margarida Alves-Diniz, Ana Gomes, Sadie Exley-Myers
Juíz Gonçalo Carvalho
Frade Santos Manuel
Marmelo David Ferreira
Pacótibilha Guilherme Macedo, Bruno Santos
Chica Flauta Natacha Almeida, Margarida Alves-Diniz
Trinca-Espinhas Soraya Lopes, Mónica Alves
Tomás Bico Filipe Ferreira, Rúben Lima, Tiago Assunção, Alexandre Carvalho Ana Fada Inês Cunha, Marta Queiroz
Fotografias
© Alfredo Matos
D. CARLOS
de Teixeira de Pascoaes

TEC Teatro Experimental de Cascais 123ª produção | 2009
D. CARLOS de Teixeira de Pascoaes
adaptação Fernanda Neves
supervisão António Cândido Franco
encenação Carlos Avilez
cenografia, figurinos e produção Fernando Alvarez
desenho de luz e som Hugo Reis
coreografia Natasha Tchitcherova
vídeo Luís Gomes
direcção de montagem TEC Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
fotografias de cena Alfredo Matos
penteador Vítor Hugo
assistência de montagem Wilson Barbosa, David Antunes
assistência ao espectáculo Eric Vinicius, Margarida Alves-Diniz, Tiago Assunção
direcção de montagem PROACÚSTICA Bruno Carvalho
equipa de montagem PROACÚSTICA Carlos Júnior, Luís Marques, Vítor Pinheiro
tratador de cavalos Armando Silva
interpretação
Anna Paula, António Marques, Fernanda Neves, Fernando Ramos, Gonçalo Carvalho, Hugo Barreiros, Joana de Verona, João Robalo, João Vasco, João Vilas, Lourenço Esteves, Luís Lobão, Luiz Rizo, Margarida Videira, Miguel Matias, Raquel Faria, Ricardo Salgado, Santos Manuel, Sérgio Marcelino, Sérgio Silva, Susana Andrade, Teresa Côrte-Real, Toni Pina
e André Falcão, Igor Sampaio e Melo, Leandro Pires, Paulo Ferreira, Pedro Jorge, Renato Pino, Rute Batalha
distribuição
O Alma João Vasco
Vozes Fernanda Neves, Margarida Videira, Raquel Faria, Susana Andrade
Rei D. Carlos I António Marques
Conde De Arnoso Santos Manuel
1º Ministro Toni Pina
1º Político Luís Lobão
2º Político Fernando Ramos
3º Político Miguel Matias
4º Político Gonçalo Carvalho
5º Político Sérgio Marcelino
Outros Políticos Hugo Barreiros, Lourenço Esteves
1ª Personagem Na Praia Ricardo Salgado
2ª Personagem Na Praia João Robalo
Pescadores André Falcão, Rute batalha
D. Leonor Joana de Verona
Rainha D. Amélia Teresa Côrte-Real
Principe D. Luiz Filipe João Vilas
Transeuntes Fernando Ramos, Gonçalo Carvalho, Hugo Barreiros, João Robalo, Lourenço Esteves, Luís Lobão, Miguel Matias, Ricardo Salgado, Sérgio Marcelino, Toni Pina
Manuel Buiça Sérgio Silva
Alfredo Costa Luiz Rizo
1º Conjurado Luís Lobão
2º Conjurado Fernando Ramos
3º Conjurado Miguel Matias
4º Conjurado Gonçalo Carvalho
5º Conjurado Toni Pina
Transeuntes Fernando Ramos, Gonçalo Carvalho, Hugo Barreiros, João Robalo, Lourenço Esteves, Luís Lobão, Margarida Videira, Miguel Matias, Raquel Faria, Ricardo Salgado, Rute Batalha, Sérgio Marcelino, Susana Andrade, Toni Pina
Mulher Fernanda Neves
Mestre Escola Sérgio Marcelino
Um Velho João Robalo
Outro Velho Ricardo Salgado
Uma Mendiga Fernanda Neves
Outra Mendiga Margarida Videira
Mendigas Raquel Faria, Rute Batalha, Susana Andrade
D. Manuel Renato Pino
Cocheiro Armando Silva
Um Poeta Gonçalo Carvalho
Outro Poeta Miguel Matias
1ª Dama Fernanda Neves
2ª Dama Margarida Videira
3ª Dama Raquel Faria
4ª Dama Susana Andrade
Rainha D. Maria Pia Anna Paula
1º Fidalgo Gonçalo Carvalho
2º Fidalgo Luís Lobão
Bailarinos André Falcão, Rute Batalha
Criados, Transeuntes Igor Sampaio e Melo, Leandro Pires, Paulo Ferreira, Pedro Jorge, Renato Pino
Fotografias
© Alfredo Matos
AQUÁRIO NA GAIOLA
de Júlia Nery

TEC Teatro Experimental de Cascais 122ª produção | 2008
AQUÁRIO NA GAIOLA de Júlia Nery
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
vídeo Luís Gomes
fotografias de cena Alfredo Matos
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
interpretação Gonçalo Carvalho, Joana Bernardo, Teresa Côrte-Real
distribuição
Tita Lucena de Paiva Teresa Côrte-Real
Gonçalo Gonçalo Carvalho
Inês Joana Bernardo
Fotografias
© Alfredo Matos
O INFERNO
de Bernardo Santareno

TEC Teatro Experimental de Cascais 121ª produção | 2008
O INFERNO de Bernardo Santareno
adaptação e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
corpo Helena Vascon
voz Lucília São Lourenço
contextualização estética e histórica Ana Coelho
selecção de imagens e operação vídeo Miguel Graça
construção psicológica das personagens Paula Cristina Baptista
fotografias de cena Alfredo Matos
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de encenação Gonçalo Carvalho
assistência de ensaios Jorge Saraiva
assistência de adereços João Lamoza, Margarida Alves Diniz, Mauro Silva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
colaboração especial Vitor Hugo
interpretação
Ada Dirvareanu, Ana Rita Catalino, Bruno Santos, Carlos Monteiro, Cármen Mesa, Carolina Belchior, Cátia Costa, Diogo Alexandre, Duarte Oliveira, Eric Vinicius, Filipa Gomes, Filipa Ribeiro, Gonçalo Carvalho, Joana Bernardo, Joana Castro, Joana Messias, João Farraia, João Robalo, Lia Carvalho, Lourenço Esteves, Marcelo Rodriguez, Margarida Barros, Maria Morgado, Marta Coelho, Marta Nascimento, Miguel Vidal, Pedro Andrade, Rafaela Leonardo, Raquel Cabral, Renato Godinho, Ricardo Alas, Ricardo Figueira, Romeu Vala, Rúben Chama, Sara Matos, Sérgio Silva, Simão Miranda, Sofia Vasconcelos, Teresa Côrte-Real, Tiago Almeida, Toni Pina
e Alexandre Carvalho, André Falcão, David Ferreira, Inês Cunha, Igor Sampaio E Melo, Leandro Pires, Margarida Alves Diniz, Mariana Leal, Marta Figueiredo, Mauro Silva, Mónica Alves, Renato Pino, Rita Soares, Rúben Lima, Tiago Assunção
(alunos 1º e 2º anos da Escola Profissional de Teatro de Cascais)
distribuição
Orfeu Romeu Vala, Ricardo Alas, Simão Miranda
Eurídice Joana Castro, Sara Matos, Cármen Mesa
Edward Evans Ricardo Alas, Diogo Alexandre
1º Jurado Tiago Almeida, Toni Pina, Pedro Andrade
2º Jurado Lourenço Esteves, Duarte Oliveira
3º Jurado Rúben Chama, João Robalo, Eric Vinicius
4º Jurado Bruno Santos, Eric Vinicius
5º Jurado João Farraia, Bruno Santos, Lourenço Esteves
6º Jurado Miguel Vidal, Rúben Chama
1ª Mulher-Jurado Joana Messias, Lia Carvalho, Raquel Cabral
2ª Mulher-Jurado Cátia Costa, Sofia Vasconcelos, Ana Rita catalino
3ª Mulher-Jurado Sara Matos, Cármen Mesa, Joana Castro
4ª Mulher-Jurado Marta Coelho, Margarida Barros, Marta Nascimento
5ª Mulher-Jurado Filipa Ribeiro, Ada Dirvanearu
6ª Mulher-Jurado Rafaela Leonardo, Joana Messias, Carolina Belchior
Escrivão Gonçalo Carvalho, Filipa Gomes, Rafaela Leonardo
Oficial de diligências Ricardo Figueira, Marcelo Rodriguez, Tiago Almeida
Advogado de acusação Diogo Alexandre, Gonçalo Carvalho
Advogada de acusação Ana Rita Catalino, Carolina Belchior, Joana Messias
Advogado de defesa Pedro Andrade, João Farraia, Miguel Vidal
Advogada de defesa Sofia Vasconcelos, Rafaela Leonardo, Cátia Costa
Procurador da Rainha Renato Godinho
Juiz Sérgio Silva
Joseph Smith João Robalo, Tiago Almeida, Marcelo Rodriguez
Sophia Smith Lia Carvalho, Joana Bernardo, Filipa Ribeiro
Dorothy Hindley Filipa Gomes, Maria Morgado
Superintendente Howard Toni Pina, Lourenço Esteves, Ricardo Figueira
Maureen Williams Teresa Côrte-Real
Mary Gilbert Carolina Belchior, Raquel Cabral, Margarida Barros
Lesley Ann Downey (voz) Ada Dirvareanu
Pat Hodges Joana bernardo, Ada Dirvareanu
Director Carlos Monteiro, Miguel Vidal
Candidata Marta Nascimento, Marta Coelho, Sofia Vasconcelos
e Polícias, Fotógrafos, Auxiliares de Tribunal, Ardinas Alexandre Carvalho, André Falcão, David Ferreira, Inês Cunha, Igor Sampaio e Melo, Leandro Pires, Margarida Alves Diniz, Mariana Leal, Marta Figueiredo, Mauro Silva, Mónica Alves, Renato Pino, Rita Soares, Rúben Lima, Tiago Assunção
Fotografias
© Alfredo Matos
JOÃO BOSCO, O REBELDE SONHADOR
de Maria do Céu Ricardo

TEC Teatro Experimental de Cascais 120ª produção | 2008
JOÃO BOSCO, O REBELDE SONHADOR de Maria do Céu Ricardo
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
música original, orquestrações e direcção musical Hugo Neves Reis
letras Paulo Espírito Santo
coreografia Helena Vascon
apoio vocal Lucília São Lourenço
consultadoria de prestidigitação Fernando Marques Vidal
vídeo e fotografias de cena Susana Paiva
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
assistência de direcção musical Vítor “Pitocas” Lopes
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo Francisco Martins, Leandro Pires, Leonor Biscaia, Lourenço Esteves, Rafaela Leonardo
orquestra
flauta Andreia Carreira/ Rossana Silva
clarinete Angela Ribeiro/Samuel Pascoal
piano Hugo Neves Reis
contrabaixo Pedro Sousa
violino Vítor “Pitocas” Lopes
som de orgão de tubos (Capela da Escola Salesiana do Estoril)
captação de som Vera Condeço
mistura e masterização Luís Faustino
interpretação
Alexandre Carvalho, André Falcão, Anna Paula, Bruno Santos, António Marques, Fernanda Neves, Fernando Ramos, Gonçalo Carvalho, Guilherme Macedo, Igor Sampaio E Melo, João Lamoza, João Pedro Cary, João Pedro Jesus, João Vasco, João Vilas, Luiz Rizo, Pedro Castella, Renato Godinho, Renato Pino, Romeu Vala, Santos Manuel, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real
distribuição
Tomás João Pedro Cary
João Bosco Renato Godinho
Margarida Anna Paula
João Bosco (criança) Alexandre Carvalho
António Fernando Ramos
Padre Calosso Santos Manuel
Amigo de João Bosco João lamoza
João Bosco (jovem) Gonçalo Carvalho
Luís Comollo Romeu Vala
Sociedade da Alegria André Falcão, Bruno Santos, Guilherme Macedo, Igor Sampaio e Melo, João Lamoza, João Pedro Jesus, Pedro Castella, Renato Pino
Cónego Búrzio Sérgio Silva
Padre Cafasso Luiz Rizo
Acólitos André Falcão, Bruno Santos, Guilherme Macedo, Igor Sampaio e Melo, João Lamoza, João Pedro Jesus, Pedro Castella, Renato Pino
Cardeal Santos Manuel
Sacristão Comotto Sérgio Silva
Garelli João Vilas
Filhos da rua André Falcão, Bruno Santos, Guilherme Macedo, Igor Sampaio e Melo, João Lamoza, João Pedro Jesus, Pedro Castella, Renato Pino
Marquesa de Barolo Fernanda Neves
Cavour João Vasco
Bispo de Turim Sérgio Silva
Senhor Pinardi Santos Manuel
Enferma Teresa Côrte-Real
Marquês de’Azeglio Sérgio Silva
Papa Pio IX (vídeo) António Marques
Dalmazzo João Lamoza
Miguel Rua João Pedro Jesus
Senhora Lippio Fernanda Neves
Bruno Lippio Renato Pino
Delegado Fernando Ramos
Assistentes do Delegado Francisco Martins, Leandro Pires, Lourenço Esteves
António Guilherme Macedo
Francisco Bruno Santos
Ministro Farini Santos Manuel
Ministro Ratazzi Sérgio Silva
Arcebispo Riccardi di Netro Luiz Rizo
Albera Fernando Ramos
Rapazes, Discípulos André Falcão, Bruno Santos, Guilherme Macedo, Igor Sampaio e Melo, João Lamoza, João Pedro Jesus, Pedro Castella, Renato Pino
Fotografias
© Susana Paiva
A BOBA
de Maria Estela Guedes

TEC Teatro Experimental de Cascais 119ª produção | 2008
A BOBA de Maria Estela Guedes
dramaturgia Maria João da Rocha Afonso
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
canções originais Luís Pedro Fonseca
coreografia Natasha Tchitcherova
consultadoria de prestidigitação Fernando Marques Vidal
consultadoria musical Vítor Carneiro
fotografias de cena Susana Paiva
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
execução de guarda-roupa Maria José Baptista, Natália Ferreira, Palmira Abranches
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo Rafaela Leonardo
interpretação
Maria Vieira
colaboração
João Vasco (voz off)
distribuição
Maria Miguéis Maria Vieira
Fotografias
© Susana Paiva
INEXISTÊNCIA, é uma comédia
de Augusto Sobral

TEC Teatro Experimental de Cascais 118ª produção | 2007
INEXISTÊNCIA, é uma comédia de Augusto Sobral
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
coreografia Natasha Tchitcherova
combate de cena Eugénio Roque
consultadoria musical Vítor Carneiro
fotografias de cena Susana Paiva
penteados Victor Hugo
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
execução de guarda-roupa Maria José Baptista, Natália Ferreira, Palmira Abranches
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo Rafaela Leonardo
interpretação António Marques, Joana Mendes, Linda Silva, Morais E Castro, Teresa Côrte-Real
e Anna Eremin, Eric Vinicius, João Pedro Jesus, Marcelo Rodrigues
distribuição
O Autor António Marques
Ela, a Personagem Linda Silva
O Chefe da Polícia Morais e Castro
A Agente da Polícia Joana Mendes
A Assistente Social Teresa Côrte-Real
Fotografias
© Susana Paiva
A COZINHA
de Arnold Wesker

TEC Teatro Experimental de Cascais 117ª produção | 2007
A COZINHA de Arnold Wesker
tradução Maria João da Rocha Afonso
revisão e dramaturgia Miguel Graça
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
coreografia Natasha Tchicherova
voz Lucília São Lourenço
coreografia de combate Eugénio Roque
fotografias de cena e programa Susana Paiva
contextualização estética e histórica Ana Coelho
construção psicológica das personagens Paula Cristina Baptista
luminotecnia e direcção de montagem Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
apoio ao espectáculo Joana Mendes e Rafaela Leonardo
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
co-produção Escola Profissional de Teatro de Cascais
interpretação
Ana Isa Pena | André Gonçalves | Anna Eremin |Bernardo Santos | Bruno Santos | Carlos Balbino | Catarina Capelo | Celina Ferraz | David Ferreira | Edgar Morais | Fernando Ramos | Filipa Monteiro | Gonçalo Carvalho | Isabel Albergaria | Joana Câncio | Joana Matias | Joana Pires | João Pedro Jesus | João Vasco | João Vilas | José Redondo | Karolina Domingues | Laura Galvão | Leonor Biscaia | Luís Lobão | Marcelo Rodrigues | Margarida Diniz | Maria Elisa Vieira | Maria Figueiredo | Mário Oliveira | Marisa Couto Correia | Marta Pomposo | Marta Queirós | Nádia Coelho | Naura Valle | Paula Azevedo | Pedro Caseiro | Rafael Morais | Rafaela Silva | Rita Soares | Rúben Chama | Santos Manuel | Sara Medinas | Sérgio Marcelino | Teresa Côrte-Real | Tiago Assunção | Tomás Alves | Wanda Rodrigues
distribuição
Chefe Gonçalo Carvalho
Chefe de mesa Teresa Côrte-Real
Marango Santos Manuel
Vagabundo João Vasco
Max Fernando Ramos
Bertha Naura Valle, Nádia Coelho
Paul Sérgio Marcelino
Raymond José Redondo
Anne Isabel Albergaria, Joana Câncio
Hans Rafael Morais
Alfredo Pedro Caseiro
Michael João Vilas
Gaston André Gonçalves, Marcelo Rodrigues
Kevin Tomás Alves
Nicholas Mário Oliveira, Bernardo Santos
Peter Luís Lobão
Frank Carlos Balbino
Dimitri Edgar Morais
Molly Sara Medinas
Winnie Rafaela Silva
Hettie Ana Isa Pena, Joana Pires
Violet Catarina Capelo, Celina Ferraz
Gwen Joana Matias, Paula Azevedo
Daphne Karolina Domingues
Cynthia Maria Figueiredo
Betty Marisa Couto Correia
Jackie Filipa Monteiro, Maria Elisa vieira
Monique Laura Galvão, Marta Pomposo
Magi Ruben Chama
Mangolis João Pedro Jesus
Ajudantes de cozinha David Ferreira, Tiago Assunção, Bruno Santos
Empregadas de mesa Anna Eremin, Leonor Biscaia, Margarida Diniz, Wanda Rodrigues, Rita Soares, Marta Queirós
Fotografias
© Susana Paiva
A VISÃO DE AMY
de David Hare

TEC Teatro Experimental de Cascais 116ª produção | 2007
A VISÃO DE AMY de David Hare
tradução e dramaturgia João Lourenço, Vera San Payo Lemos
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
consultadoria musical Vítor Carneiro
fotografias de cena Susana Paiva
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
assistência ao espectáculo Francisco Martins, João Pedro Jesus, Ruben Chama
interpretação
Anna Paula, Gonçalo Carvalho, Irene Cruz, João Vasco, Renato Godinho, Vanessa Agapito
distribuição
Amy Thomas Vanessa Agapito
Dominic Tyghe Renato Godinho
Evelyn Anna Paula
Eva Allen Irene Cruz
Frank João Vasco
Toby Cole Gonçalo Carvalho
Fotografias
© Susana Paiva
A RAINHA DO CHÁ
de José Jorge Letria

TEC Teatro Experimental de Cascais 115ª produção | 2007
A RAINHA DO CHÁ de José Jorge Letria
encenação Carlos Avilez
figurinos Fernando Alvarez
apoio coreográfico Helena Vascon
consultadoria musical Vítor Carneiro
fotografias de cena Susana Paiva
luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia Augusto Loureiro
contra-regra Rui Casares
operação de luz e som Luís Filipe
assistência de ensaios Jorge Saraiva
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
interpretação
Fernanda Neves, Teresa Côrte-Real
distribuição
Catarina de Bragança Fernanda Neves
Aia Teresa Côrte-Real
Fotografias
© Susana Paiva
MEDEIA
de Mário Cláudio

TEC Teatro Experimental de Cascais 114ª produção | 2007
MEDEIA de Mário Cláudio
encenação Carlos Avilez
realização plástica José Rodrigues
produção Fernando Alvarez
fotografias de cena Susana Paiva
consultadoria musical Vítor Carneiro
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
interpretação
Anna Paula
distribuição
Medeia Anna Paula
Fotografias
© Susana Paiva
QUEIROZ, O MISTÉRIO DA ESTRADA DA VIDA
de Jorge Guimarães

TEC Teatro Experimental de Cascais 113ª produção | 2006
QUEIROZ, O MISTÉRIO DA ESTRADA DA VIDA de Jorge Guimarães
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
consultadoria literária Helena Cidade Moura
consultadoria musical Vítor Carneiro
fotografias de cena André Gonçalves
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
assistência de figurinos Clara Gonçalves
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
execução de guarda-roupa Maria José Baptista, Natália Ferreira, Palmira Abranches
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
colaboração especial Jó, Vitor Hugo
interpretação Anna Paula, Antònio Marques, Fernanda Neves, João Vasco, Luiz Rizo, Renato Godinho, Santos Manuel, Susana Andrade, Teresa Côrte-Real
distribuição
Eulália Susana Andrade
Genoveva Teresa Côrte-Real
O Homem Santos Manuel
Maria José Fernanda Neves
Branquinha Anna Paula
Antero de Quental Luiz Rizo
Almerinda Susana Andrade
Padre Vaz João Vasco
Eça de Queiroz Renato Godinho
Ramalho Ortigão António Marques
Fotografias
© André Gonçalves
ALICE
de Lewis Carroll

TEC Teatro Experimental de Cascais 112ª produção | 2006
ALICE de Lewis Carroll
tradução Cristina Rego e Maria João da Rocha Afonso
a partir da adaptação para teatro de Eva La Gallienne e Florida Friebus
e excertos de Manuel João Gomes e de Margarida Vale de Gato
de “Alice no País das Maravilhas” e “Alice do outro lado do espelho”
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
canções originais Luís Pedro Fonseca
coreografia Helena Vascon
voz Lucília São Lourenço
vídeo Susana Paiva
fotografias de cena Maria Luísa Gomes
mestra de guarda-roupa Teresa Louro
construção psicológica das personagens Paula Cristina Baptista
assistência de encenação Renato Godinho
assistência de ensaios Jorge Saraiva
luminotecnia e direcção de montagem Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e assistência de montagem Rui Casares
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
co-produção Escola Profissional de Teatro de Cascais
interpretação Ana Filipa Francisco, Ana Lygia Logatto, Carlos Monteiro, Catarina Gomes, Cristina Veríssimo, Débora Ghira, Denise Prata, Diana Nicolau, Duarte Carvalho, Francisco Lains, Gonçalo Carvalho, Joana Alves, Joana Barros, Joana Campos, Joana Santos, João Freitas Branco, Lucie Diogo, Margarida da Mata, Marina Batista, Marta Rodrigues, Matilde Frazão, Miguel Matias, Miguel Silveira, Patrícia Azeda, Pedro Andrade, Ricardo Abril, Ricardo Lopes, Ricardo Pires, Raquel Nunes, Rita Brito, Rita Quintela, Rute Fialho, Sara Costa, Sofia Pinto, Susana Rodrigues, Tatiana Veríssimo
Finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais
Ada Dirvareanu, Carolina Belchior, Diogo Alexandre, Edgar Morais, Fernando Ramos, Filipa Gomes, Filipa Ribeiro, Joana Almeida, Joana Messias, João Farraia, Luís Lobão, Margarida Barros, Miguel Vidal, Rafael Morais, Rafaela Leonardo, Raquel Cabral, Ricardo Alas, Rita Catalino, Romeu Vala, Sérgio Marcelino, Tomás Alves
Alunos dos 1º e 2º ano da Escola Profissional de Teatro de Cascais
participação especial
João Vasco (voz off da leitura do poema “A Canção do barco”)
Renato Godinho
Fotografias
© Maria Luísa Gomes
distribuição (3 elencos)
Alice 1º acto Joana Alves, Margarida da Mata, Rita Brito
Alice 2º acto Ana Lygia Logatto, Débora Ghira, Miguel Matias
Lewis Carroll Duarte Carvalho
Coelho Branco Miguel Matias
Juncos Edgar Morais, Rafael Morais, Luís Lobão, Ricardo Alas, Tomás Alves
Rato Francisco Lains, João Freitas Branco
Arara Filipa Gomes, Matilde Frazão
Pato Miguel Silveira
Aguiazinha Sofia Pinto
Dodo Duarte Carvalho
Figuras de Shakespeare Edgar Morais, Rafael Morais, Luís Lobão, Ricardo Alas, Tomás Alves
Vários Animais Ada Dirvareanu, Carolina Belchior, Joana Almeida, Joana Messias, Margarida Barros, Rafaela Leonardo, Raquel Cabral
Pat Miguel Silveira
Bill Pedro Andrade
Cachorro Edgar Morais, Fernando Ramos, Tomás Alves
Lagarta Diana Nicolau, Tatiana Veríssimo
Tio Guilherme Ricardo Lopes
Sobrinho Luís Lobão
Pomba Diana Nicolau, Lucie Diogo, Patrícia Azeda
Lacaio Peixe Edgar Morais
Lacaio Rã Rafael Morais
Duquesa Ana Filipa Francisco, Denise Prata, Joana Barros, Raquel Nunes
Bebé/Leitão Diogo Alexandre
Gato de Cheshire Carlos Monteiro, Ricardo Abril
Cozinheiro João Farraia
Ajudante de Cozinheiro Rita Catalino
Lebre de Março Ricardo Lopes
Arganaz Carlos Monteiro, Joana Campos, Ricardo Abril
Dois de Espadas Luís Lobão
Cinco de Espadas Sérgio Marcelino
Sete de Espadas Fernando Ramos, Tomás Alves
Roseira Joana Almeida
Valete de Copas Francisco Lains, João Freitas Branco, Tomás Alves
Rainha de Copas Catarina Gomes, Marina Batista, Rita Quintela
Rei de Copas Ricardo Pires
Flamingo Pedro Andrade
Ás de Paus Miguel Silveira
Tartaruga Fingida Renato Godinho
Grifo Romeu Vala
Coelhinhas/Lagostas Diana Nicolau, Rute Fialho, Tatiana Veríssimo
4 cartas de Paus Ada Dirvareanu, Carolina Belchior, Miguel Vidal, Raquel Cabral
2 cartas de 10 de Copas Edgar Morais, Rafael Morais
Várias Cartas Filipa Gomes, Filipa Ribeiro, Margarida Barros, Rafaela Leonardo, Ricardo Alas
Lírio Catarina Gomes, Sara Costa
Rosa Rute Fialho
Margarida 1 Margarida Barros
Margarida 2 Filipa Ribeiro
Outras Margaridas Carolina Belchior, Rafaela Leonardo
Violeta Rita Catalino
Espora João Farraia
Árvore Ricardo Alas
Outras Flores Ada Dirvareanu, Joana Messias
Rainha Vermelha Ana Filipa Francisco, Joana Santos, Matilde Frazão
Revisor Sérgio Marcelino
Cavalheiro de Papel Branco Tomás Alves
Voz suave Filipa Gomes
Outra Voz Rafael Morais
Vozes Edgar Morais
Voz de Escaravelho Miguel Vidal
Cabra Filipa Gomes
Voz rouca Ricardo Alas
Tweedledum Joana Barros, Ricardo Pires, Sofia Pinto
Tweedledee Diana Nicolau, Ricardo Lopes, Lucie Diogo
Rainha Branca Cristina Veríssimo, Marina Batista, Marta Rodrigues
Ovelha Rute Fialho, Susana Rodrigues, Tatiana Veríssimo
Humpty Dumpty Miguel Silveira, Patrícia Azeda, Susana Rodrigues
Cavaleiro Branco Duarte Carvalho
Cavalo (frente) Sérgio Marcelino
Cavalo (trás) Rafaela Leonardo
Perna de Borrego Joana Almeida
INÊS DE PORTUGAL
de Alejandro Casona

TEC Teatro Experimental de Cascais 111ª produção | 2006
INÊS DE PORTUGAL de Alejandro Casona
tradução Maria João da Rocha Afonso
consultadoria histórica e literária Maria Leonor Machado de Sousa
encenação Carlos Avilez
cenografia e figurinos Fernando Alvarez
apoio vocal Lucília São Lourenço
fotografias de cena Maria Luísa Gomes
direcção de montagem e luminotecnia Manuel Amorim
sonoplastia e montagem Augusto Loureiro
contra-regra e assistência de montagem Rui Casares
assistência de ensaios Jorge Saraiva
assistência de cenografia Irina Simão
mestra de guarda-roupa Ondina Crespo
alfaiate José Carlos Almeida
manutenção de guarda-roupa Virgínia Pão-Mole
reprodução do túmulo de Inês de Castro Augusto Loureiro, Fernando Alvarez, Irina Simão, Manuel Amorim, Rui Casares
colaboração especial (penteados) Vítor Hugo
interpretação Anna Paula, António Marques, Fernanda Neves, João Vasco, Luiz Rizo, Maria Camões, Pedro Caeiro, Renato Godinho, Romeu Vala, Santos Manuel, Sérgio Silva, Susana Andrade, Teresa Côrte-Real, Vanessa Agapito
distribuição
Marechal de Campo Santos Manuel
Leonor, dama da Infanta Fernanda Neves/ Susana Andrade
Elvira, idem Teresa Côrte-Real
A Infanta de Castela Maria Camões
O Rei João Vasco
Álvaro Gonçalves, conselheiro do Rei Sérgio Silva
Diogo Lopes Pacheco, idem Pedro Caeiro
Pero Coelho, idem Luiz Rizo
Fragoso, monteiro António Marques
Pedro Renato Godinho
Amaranta, dama de Inês Anna Paula
Inês de Castro Vanessa Agapito
Infante João, criança Romeu Vala
Fotografias
© Maria Luísa Gomes



















































































































































































































































































































































